Em resumo
A polícia fez rusgas em instalações da Aum a partir de 22 de março de 1995, incluindo o complexo de Kamikuishiki em Yamanashi. Prendeu mais de 200 membros nos meses seguintes. Asahara foi achado em Kamikuishiki em 16 de maio. Materiais apreendidos e confissões posteriores construíram um registro de julgamento que os repórteres em português resumiram como um «laboratório de culto» sem precisarem de uma receita.
Lista de verificação e decisão
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atentado do metrô de Tóquio · paras 2
O sarin já tinha sido usado em Matsumoto em 27 de junho de 1994. Esse caso anterior, uma vez ligado, mostrou a Aum como um grupo disposto a usar um agente químico banido contra uma população doméstica. O atentado do metrô é por isso o segundo crime de sarin datado no dossiê, não um experimento isolado.
atentado do metrô de Tóquio · paras 1
A polícia fez rusgas em instalações da Aum a partir de 22 de março de 1995, incluindo o complexo de Kamikuishiki em Yamanashi. Prendeu mais de 200 membros nos meses seguintes. Asahara foi achado em Kamikuishiki em 16 de maio. Materiais apreendidos e confissões posteriores construíram um registro de julgamento que os repórteres em português resumiram como um «laboratório de culto» sem precisarem de uma receita.
atentado do metrô de Tóquio · paras 2
Os investigadores também reabriram os assassinatos da família Sakamoto de novembro de 1989 e outros crimes da Aum. O caso do metrô tornou-se o centro de um dossiê mais amplo de empresa criminosa: mortes anteriores, o atentado de Matsumoto e a operação de 20 de março ordenada quando a pressão policial se fechava.
atentado do metrô de Tóquio · paras 2
O estatuto de corporação religiosa da Aum foi retirado em 1995. O grupo rebatizou-se depois como Aleph; apareceram cisões. A lei de controlo de organizações de 1999 criou um regime de vigilância aquém de um banimento geral. O reporte da Public Security Intelligence Agency sobre corpos sucessores faz parte do dossiê vivo.
Isto é uma verificação de leitura do atlas, não um conselho pessoal, um preço ao vivo nem uma reserva. Não substitui a página completa do tema.
Qual é a pergunta seguinte?
Os investigadores também reabriram os assassinatos da família Sakamoto de novembro de 1989 e outros crimes da Aum. O caso do metrô tornou-se o centro de um dossiê mais amplo de empresa criminosa: mortes anteriores, o atentado de Matsumoto e a operação de 20 de março ordenada quando a pressão policial se fechava.
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O estatuto de corporação religiosa da Aum foi retirado em 1995. O grupo rebatizou-se depois como Aleph; apareceram cisões. A lei de controlo de organizações de 1999 criou um regime de vigilância aquém de um banimento geral. O reporte da Public Security Intelligence Agency sobre corpos sucessores faz parte do dossiê vivo.
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