1985: Titanic
Ler Titanic é procurar o ano da encadernação. «Botes ao mar, foguetes não lidos» e 14 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. O navio chocou-se com um icebergue por volta das 23:40 de 14 de abril de 1912 e afundou por volta das 02:20 de 15 de abril no Atlântico Norte. O relatório do British Wreck Commissioner situou a perda a 41°46′N, 50°14′W.
Dois inquéritos públicos sentaram-se em semanas. Uma subcomissão do Senado dos Estados Unidos presidida pelo senador William Alden Smith ouviu testemunhas a partir de 19 de abril. Em Londres, o tribunal de Lord Mersey sentou-se de 2 de maio a 30 de julho de 1912, examinou 97 testemunhas e respondeu a 26 perguntas do Board of Trade. Ambos acharam que a alta velocidade num campo de gelo, uma prática fina de vigia e poucos botes transformaram uma colisão num naufrágio de massas.
O desastre está fechado como caso de causa da perda. O naufrágio foi localizado em 1 de setembro de 1985 por uma equipa franco-americana liderada por Robert Ballard e Jean-Louis Michel. O que permanece aberto é o direito do património: quem pode visitar, filmar ou levantar objetos de um cemitério que agora está sob estatutos protetores da UNESCO e dos Estados Unidos.
Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Titanic em 1985, «Botes ao mar, foguetes não lidos», número 14. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1985
Números que ficam
- Ano do volume
- 1985
- Número fixado
- 14
- Caso
- Titanic
- Linha pública
- Botes ao mar, foguetes não lidos
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