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Hemeroteca

1912: Titanic

Ler Titanic é procurar o ano da encadernação. «Um transatlântico de Belfast para o Atlântico Norte» e 14 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. O RMS Titanic, um transatlântico da classe Olympic da White Star Line, saiu de Southampton em 10 de abril de 1912 rumo a Nova Iorque via Cherbourg e Queenstown. Pouco antes da meia-noite de 14 de abril o navio chocou-se

O desastre está fechado como caso de causa da perda. O naufrágio foi localizado em 1 de setembro de 1985 por uma equipa franco-americana liderada por Robert Ballard e Jean-Louis Michel. O que permanece aberto é o direito do património: quem pode visitar, filmar ou levantar objetos de um cemitério que agora está sob estatutos protetores da UNESCO e dos Estados Unidos.

Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal

A Harland & Wolff lançou o Titanic em Belfast em 31 de maio de 1911. O transatlântico levava vinte botes com uma capacidade combinada de cerca de 1.178 pessoas, uma cifra que cumpria a escala do Board of Trade britânico de 1894 baseada na tonelagem e não na cabeça. Cerca de 2.200 passageiros e tripulação estavam a bordo na travessia inaugural.

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Titanic em 1912, «Um transatlântico de Belfast para o Atlântico Norte», número 14. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1912

Números que ficam

Ano do volume
1912
Número fixado
14
Caso
Titanic
Linha pública
Um transatlântico de Belfast para o Atlântico Norte

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