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Hemeroteca

1973: Watergate

Woodward e Bernstein mantêm o rasto do dinheiro do CRP no Post através de uma eleição que Nixon ainda ganha. O juiz Sirica impede que o caso dos arrombadores morra num plea silencioso. Em 1973, Watergate fica com «Dean e Butterfield» e 17. Sem ranking nem reserva. Em 1973 McCord escreve a Sirica, Dean testemunha e Butterfield revela o sistema de gravação. O dossiê torna-se documental.

O Watergate é um complexo de hotel, escritórios e apartamentos em Washington. O DNC alugava escritórios ali em 1972. Os cinco homens presos em 17 de junho — incluindo James McCord, um coordenador de segurança do CRP, e exilados cubanos com histórias prévias adjacentes à CIA — não eram arrombadores aleatórios. Entradas de agenda levaram a E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, operativos da Casa Branca e do CRP.

Esta página não reconstrói técnica de vigilância. O registro público é quem pagou, quem sabia e quem mentiu depois. A Casa Branca e o CRP negaram uma ligação; o dinheiro e as fitas posteriores disseram o contrário. As primeiras histórias de Woodward e Bernstein, com uma fonte do FBI depois revelada como Mark Felt («Garganta Profunda»), mantiveram o dossiê vivo através da eleição de 1972, que Nixon ganhou em landslide.

Audiências, fitas e uma massacre ao sábado O juiz Sirica pressionou os arrombadores. A carta de McCord de março de 1973 disse que a pressão para ficar calado tinha vindo da Casa Branca. O testemunho de Dean no Senado em junho de 1973 descreveu um cancro na presidência. Alexander Butterfield revelou o sistema de gravação. Esses três beats transformaram o rumor num caso documental.

O índice vem antes do comentário. Em 1973, Watergate fica com «Dean e Butterfield» e 17. Sem ranking nem reserva. 171973

Números que ficam

Ano do volume
1973
Número fixado
17
Caso
Watergate
Linha pública
Dean e Butterfield

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