1972: Watergate
Nixon despede Archibald Cox. Richardson e Ruckelshaus demitem-se. Bork executa a ordem. Segue-se um novo procurador especial. Em 1972, Watergate fica com «Renúncia e indulto» e 9. Sem ranking nem reserva. O Supremo decide que o presidente deve entregar as fitas. O privilégio executivo não barra uma intimação penal.
O Watergate é um complexo de hotel, escritórios e apartamentos em Washington. O DNC alugava escritórios ali em 1972. Os cinco homens presos em 17 de junho — incluindo James McCord, um coordenador de segurança do CRP, e exilados cubanos com histórias prévias adjacentes à CIA — não eram arrombadores aleatórios. Entradas de agenda levaram a E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, operativos da Casa Branca e do CRP.
Esta página não reconstrói técnica de vigilância. O registro público é quem pagou, quem sabia e quem mentiu depois. A Casa Branca e o CRP negaram uma ligação; o dinheiro e as fitas posteriores disseram o contrário. As primeiras histórias de Woodward e Bernstein, com uma fonte do FBI depois revelada como Mark Felt («Garganta Profunda»), mantiveram o dossiê vivo através da eleição de 1972, que Nixon ganhou em landslide.
Audiências, fitas e uma massacre ao sábado O juiz Sirica pressionou os arrombadores. A carta de McCord de março de 1973 disse que a pressão para ficar calado tinha vindo da Casa Branca. O testemunho de Dean no Senado em junho de 1973 descreveu um cancro na presidência. Alexander Butterfield revelou o sistema de gravação. Esses três beats transformaram o rumor num caso documental.
O índice vem antes do comentário. Em 1972, Watergate fica com «Renúncia e indulto» e 9. Sem ranking nem reserva. 91972
Números que ficam
- Ano do volume
- 1972
- Número fixado
- 9
- Caso
- Watergate
- Linha pública
- Renúncia e indulto
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