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1911: Titanic

As seis figuras abaixo são as que o registro em português ainda usa para explicar comando, desenho, salvamento e lei. Em 1911, Titanic fica com «Lançamento em Belfast» e 31. Sem ranking nem reserva. Um mestre sénior da White Star na sua travessia pretendida como última. Foi ao fundo com o navio. Ambos os inquéritos examinaram as suas decisões de velocidade e de gelo; nenhum tratou a colisão como um mistério.

Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal

A Harland & Wolff lançou o Titanic em Belfast em 31 de maio de 1911. O transatlântico levava vinte botes com uma capacidade combinada de cerca de 1.178 pessoas, uma cifra que cumpria a escala do Board of Trade britânico de 1894 baseada na tonelagem e não na cabeça. Cerca de 2.200 passageiros e tripulação estavam a bordo na travessia inaugural.

As anteparas estanques subiam só até ao E Deck. O arquiteto naval Edward Wilding disse depois ao inquérito britânico que um rasgão longo de lado ao longo das costuras das chapas podia inundar vários compartimentos. O desenho assumia uma brecha de proa ou de compartimento limitado, não uma ferida corrida ao longo do estibordo.

Sem «Lançamento em Belfast» nem 31, a ficha de Titanic em 1911 volta ao balcão. Em 1911, Titanic fica com «Lançamento em Belfast» e 31. Sem ranking nem reserva. 311911

Números que ficam

Ano do volume
1911
Número fixado
31
Caso
Titanic
Linha pública
Lançamento em Belfast

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