1912: Titanic
Mudanças imediatas incluíram o United States Radio Act de 1912, a International Ice Patrol (1914) e a primeira convenção SOLAS (1914). Revisões posteriores da SOLAS ainda tratam botes suficientes, exercícios e rádio contínuo como deveres de base dos navios mercantes. Em 1912, Titanic fica com «Botes ao mar, foguetes não lidos» e 14. Sem ranking nem reserva. A causa do afundamento ainda é disputada?
Dois inquéritos públicos sentaram-se em semanas. Uma subcomissão do Senado dos Estados Unidos presidida pelo senador William Alden Smith ouviu testemunhas a partir de 19 de abril. Em Londres, o tribunal de Lord Mersey sentou-se de 2 de maio a 30 de julho de 1912, examinou 97 testemunhas e respondeu a 26 perguntas do Board of Trade. Ambos acharam que a alta velocidade num campo de gelo, uma prática fina de vigia e poucos botes transformaram uma colisão num naufrágio de massas.
O desastre está fechado como caso de causa da perda. O naufrágio foi localizado em 1 de setembro de 1985 por uma equipa franco-americana liderada por Robert Ballard e Jean-Louis Michel. O que permanece aberto é o direito do património: quem pode visitar, filmar ou levantar objetos de um cemitério que agora está sob estatutos protetores da UNESCO e dos Estados Unidos.
Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal
O índice vem antes do comentário. Em 1912, Titanic fica com «Botes ao mar, foguetes não lidos» e 14. Sem ranking nem reserva. 141912
Números que ficam
- Ano do volume
- 1912
- Número fixado
- 14
- Caso
- Titanic
- Linha pública
- Botes ao mar, foguetes não lidos
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