1912: Titanic
Primeiro inquérito público, 19 de abril–25 de maio de 1912, presidido pelo senador William Alden Smith. Em 1912, Titanic fica com «Senta-se o tribunal britânico de naufrágio» e 2. Sem ranking nem reserva. Investigação formal sob as Merchant Shipping Acts, Lord Mersey, 2 de maio–30 de julho de 1912.
Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal
A Harland & Wolff lançou o Titanic em Belfast em 31 de maio de 1911. O transatlântico levava vinte botes com uma capacidade combinada de cerca de 1.178 pessoas, uma cifra que cumpria a escala do Board of Trade britânico de 1894 baseada na tonelagem e não na cabeça. Cerca de 2.200 passageiros e tripulação estavam a bordo na travessia inaugural.
As anteparas estanques subiam só até ao E Deck. O arquiteto naval Edward Wilding disse depois ao inquérito britânico que um rasgão longo de lado ao longo das costuras das chapas podia inundar vários compartimentos. O desenho assumia uma brecha de proa ou de compartimento limitado, não uma ferida corrida ao longo do estibordo.
Sem «Senta-se o tribunal britânico de naufrágio» nem 2, a ficha de Titanic em 1912 volta ao balcão. Em 1912, Titanic fica com «Senta-se o tribunal britânico de naufrágio» e 2. Sem ranking nem reserva. 21912
Números que ficam
- Ano do volume
- 1912
- Número fixado
- 2
- Caso
- Titanic
- Linha pública
- Senta-se o tribunal britânico de naufrágio
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