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2015: Theranos

Estas dez marcas são aquelas em que as estipulações do julgamento e as cronologias maiores da imprensa concordam. Em 2015, Theranos fica com «Dois júris em San José» e 2022. Sem ranking nem reserva. Elizabeth Holmes funda a Theranos em Palo Alto, alegando depois uma plataforma de testes de amostra pequena que se tornaria a história Edison.

O que o registro da Theranos de facto mostra A série do Journal de 2015, os dossiês de inspeção da CMS, a queixa da SEC e dois julgamentos penais federais em San José são as fontes primárias. Descrevem fraude de investidores provada a um júri, não um mistério científico ainda à espera de um aparelho.

Uma pretensão de aparelho e uma parceria de retalho A Theranos angariou capital com a promessa de testes de sangue descentralizados e de baixo volume. Uma parceria de 2013 com a Walgreens pôs postos de colheita em lojas e fez da pretensão um facto virado ao consumidor, não só um pitch do Vale do Silício.

Registros internos e depois públicos mostraram que muitos testes oferecidos a pacientes corriam em analisadores de terceiros, por vezes após diluir amostras pequenas, enquanto os aparelhos próprios da companhia tratavam um conjunto mais estreito. Esse fosso é o núcleo factual dos casos de fraude posteriores.

Sem «Dois júris em San José» nem 2022, a ficha de Theranos em 2015 volta ao balcão. Em 2015, Theranos fica com «Dois júris em San José» e 2022. Sem ranking nem reserva. 20222015

Números que ficam

Ano do volume
2015
Número fixado
2022
Caso
Theranos
Linha pública
Dois júris em San José

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