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2014: Sewol

O casco japonês do Sewol foi reconstruído para mais passageiros e carga. O papel de estabilidade não coincidia com o navio que navegou. A prática de carga da Chonghaejin na rota de Jeju faz parte do registro de tribunal. Em 2014, Sewol fica com «Capota ao largo de Jindo» e 16. Sem ranking nem reserva. A navegação de 15 de abril saiu de Incheon atrasada. Em 16 de abril uma curva no canal produziu uma adernação que cresceu em vez de endireitar.

As investigações acharam modificações ilegais, carga sobrecarregada, lastro inadequado e uma tripulação que saiu enquanto anúncios de cabine diziam aos passageiros para ficarem no lugar. O capitão Lee Joon-seok foi sentenciado a 36 anos por negligência em novembro de 2014. O Tribunal Superior de Gwangju em abril de 2015 substituiu homicídio por negligência dolosa e uma pena perpétua. O Supremo Tribunal da Coreia confirmou essa pena perpétua em 12 de novembro de 2015.

O casco foi içado em 23 de março de 2017. Estatutos especiais criaram comissões de investigação e uma política pública de memorial que sobreviveu à presidência de Park Geun-hye. A cobertura em português tratou o naufrágio como uma história de luto nacional e de falhanço de Estado mais do que como um caso estatutário coreano.

Um ferry, uma ordem de ficar e um tribunal Sewol é um caso penal fechado contra a ponte e um argumento ainda aberto sobre reguladores, donos e as primeiras horas de salvamento. Um navio reconstruído numa rota doméstica O casco começou a vida no Japão em 1994 como Ferry Naminoue. A Chonghaejin comprou-o e reconstruiu-o como Sewol em 2012–13, acrescentando conveses e mudando a estabilidade. Investigadores coreanos acharam depois que a conversão e a prática de carga deixaram margem de menos quando o navio virou no canal Maenggol.

O índice vem antes do comentário. Em 2014, Sewol fica com «Capota ao largo de Jindo» e 16. Sem ranking nem reserva. 162014

Números que ficam

Ano do volume
2014
Número fixado
16
Caso
Sewol
Linha pública
Capota ao largo de Jindo

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