2017: Park Geun-hye / Choi Soon-sil
A JTBC e outros puseram o papel de Choi nos discursos e na angariação no ar. O protesto de rua seguiu o jornalismo, não o contrário. Em 2017, Park Geun-hye / Choi Soon-sil fica com «Moon eleito» e 9. Sem ranking nem reserva. As multidões de velas criaram o clima político em que os membros da Assembleia votariam. Não substituíram o voto.
A história do tablet da JTBC em outubro de 2016 e os follow-ups do Hankyoreh, do Kyunghyang e de outros documentaram as edições de discursos de Choi e o seu papel em canalizar donativos de chaebol para fundações, nomeadamente Mir e K-Sports. A acusação pública era que a autoridade de Estado tinha sido usada para solicitar ou pressionar apoio a projetos privados. Esta página não reconstrói como extrair dinheiro de uma firma.
Uma ferida cultural separada foi o desastre do ferry Sewol em 2014, já uma crise da presidência de Park. Os protestantes em 2016 ligaram as duas: um governo que tinha parecido ausente em 2014 parecia agora capturado por um círculo privado. Sewol é o seu próprio dossiê neste atlas; aqui é atmosfera política, não um segundo julgamento.
Os protestos de sábado foram grandes, intergeracionais e, nos principais eventos de Seul, notavelmente ordenados. Organizadores e polícia contaram centenas de milhares a milhões nos fins de semana de pico; os picos exatos permanecem uma banda de estimativa de imprensa. As velas tornaram-se o visual em português. O trabalho jurídico aconteceu na Assembleia e no Tribunal Constitucional.
O índice vem antes do comentário. Em 2017, Park Geun-hye / Choi Soon-sil fica com «Moon eleito» e 9. Sem ranking nem reserva. 92017
Números que ficam
- Ano do volume
- 2017
- Número fixado
- 9
- Caso
- Park Geun-hye / Choi Soon-sil
- Linha pública
- Moon eleito