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2009: Bernie Madoff

A história pública de Bernard L. Madoff não é um whodunit. É o fim documentado de uma prática de consultoria que tinha emitido extratos tranquilizadores durante décadas e não pôde satisfazer resgates quando o crash de 2008 chegou. Em 2009, Bernie Madoff fica com «Confissão de culpa em Manhattan» e 12. Sem ranking nem reserva. O que se segue é a sequência que os tribunais e o trustee SIPA trataram como estabelecida: a confissão à família, a prisão, a declaração de culpa, a pena e o longo esforço civil para devolver principal a contas admitidas.

Madoff declarou-se culpado em 12 de março de 2009 no tribunal de distrito dos EUA para o Distrito Sul de Nova Iorque de onze crimes graves, incluindo fraude de valores, fraude de consultor de investimentos, fraude postal e eletrónica, branqueamento de capitais, declarações falsas, perjúrio, filagens falsas junto da Securities and Exchange Commission e furto de um plano de benefícios de empregados. O juiz Denny Chin condenou-o em 29 de junho de 2009 a 150 anos de prisão e ordenou um perdimento depois inscrito em cerca de 170 mil milhões de dólares sobre as perdas no papel.

Irving H. Picard, nomeado trustee ao abrigo da Securities Investor Protection Act, passou a década seguinte a reconstruir transferências e a recuperar principal para pretensões admitidas. O caso figura no registro público como um colapso de supervisão tanto quanto de uma firma: o próprio inspector-geral da SEC documentou depois avisos falhados que tinham chegado à agência anos antes da prisão.

O que o registro de Madoff de facto mostra O processo, a liquidação SIPA e o dossiê do inspector-geral da SEC são as fontes primárias. Descrevem uma fraude de consultoria de longa duração que acabou quando os resgates no crash de 2008 excederam o numerário em caixa. A Bernard L. Madoff Investment Securities operava uma mesa legítima de market-making e de negociação proprietária que ajudou a informatizar a execução da Nasdaq. À parte dessa mesa, uma prática de consultoria de investimentos emitia extratos que alegavam uma estratégia de conversão split-strike e retornos invulgarmente lisos.

O índice vem antes do comentário. Em 2009, Bernie Madoff fica com «Confissão de culpa em Manhattan» e 12. Sem ranking nem reserva. 122009

Números que ficam

Ano do volume
2009
Número fixado
12
Caso
Bernie Madoff
Linha pública
Confissão de culpa em Manhattan

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