1990s: Enron
A confissão de Fastow e as condenações de Skilling são finais; o veredicto de Lay foi anulado pela morte. Em 1990s, Enron fica com «Trading e mark-to-market» e 2. Sem ranking nem reserva. A condenação da Andersen foi revertida; o colapso da firma continua a ser um facto histórico.
Investigações do Departamento de Justiça dos EUA, da SEC e de um comité especial do próprio conselho da Enron (o Relatório Powers, fevereiro de 2002) descreveram contabilidade mark-to-market usada com prova fina, entidades de propósito especial que escondiam perdas, e um auditor, a Arthur Andersen LLP, que foi destruído pelo caso de obstrução que se seguiu, mesmo depois de o Supremo Tribunal ter revertido a condenação da Andersen em 2005.
Jeffrey K. Skilling foi condenado em 2006 no Distrito Sul do Texas. Kenneth L. Lay também foi condenado nesse ano mas morreu antes da sentença, e o tribunal anulou a condenação. Andrew S. Fastow, o antigo CFO, declarou-se culpado em 2004. O Congresso respondeu com a lei Sarbanes-Oxley, assinada em 30 de julho de 2002, o estatuto mais citado como monumento jurídico da Enron.
O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.
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Números que ficam
- Ano do volume
- 1990s
- Número fixado
- 2
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Trading e mark-to-market
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