2001: Enron
A história pública da Enron é um caso consumado de fraude contabilística: uma trader celebrada, um conjunto de estruturas de partes relacionadas, uma reexpressão e uma falência a que o Congresso respondeu com um estatuto. Em 2001, Enron fica com «Falência e Andersen» e 2. Sem ranking nem reserva. Os beats abaixo seguem a sequência do Relatório Powers e dos processos de Houston, e não o atalho do cinema.
Investigações do Departamento de Justiça dos EUA, da SEC e de um comité especial do próprio conselho da Enron (o Relatório Powers, fevereiro de 2002) descreveram contabilidade mark-to-market usada com prova fina, entidades de propósito especial que escondiam perdas, e um auditor, a Arthur Andersen LLP, que foi destruído pelo caso de obstrução que se seguiu, mesmo depois de o Supremo Tribunal ter revertido a condenação da Andersen em 2005.
Jeffrey K. Skilling foi condenado em 2006 no Distrito Sul do Texas. Kenneth L. Lay também foi condenado nesse ano mas morreu antes da sentença, e o tribunal anulou a condenação. Andrew S. Fastow, o antigo CFO, declarou-se culpado em 2004. O Congresso respondeu com a lei Sarbanes-Oxley, assinada em 30 de julho de 2002, o estatuto mais citado como monumento jurídico da Enron.
O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.
O índice vem antes do comentário. Em 2001, Enron fica com «Falência e Andersen» e 2. Sem ranking nem reserva. 22001
Números que ficam
- Ano do volume
- 2001
- Número fixado
- 2
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Falência e Andersen
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