1970: Chernobyl
O teste de rundown de turbina acaba numa excursão pronta de potência, explosões e um fogo de grafite na unidade 4. Em 1970, Chernobyl fica com «Começa a construção» e 26. Sem ranking nem reserva. Autocarros esvaziam a atomgrad. Uma zona de exclusão mais ampla de 30 quilómetros é desenhada nos dias seguintes.
Às 01:23 de 26 de abril de 1986, a unidade 4 da Central Nuclear de Chernobyl explodiu durante um teste planeado de rundown de turbina. O reator era um RBMK-1000, moderado a grafite e arrefecido a água leve, um desenho soviético com um coeficiente de vazio positivo e um sistema lento de proteção de emergência. Dois trabalhadores morreram na explosão imediata; a UNSCEAR registou depois 28 mortes adicionais por síndrome aguda de radiação entre pessoal da central e de emergência em quatro meses.
Pripyat, a atomgrad construída de propósito ao lado da central, foi evacuada em 27 de abril. O Estado soviético confirmou um acidente só depois de monitores suecos terem detetado a pluma em 28 de abril. O INSAG-1 da AIEA (1986) enfatizou primeiro o erro do operador; o INSAG-7 (1992) deslocou a causa principal para o desenho e uma cultura de segurança fraca. O julgamento de Chernobyl de 1987 condenou gestores da central. O New Safe Confinement foi deslizado sobre o sarcófago de 1986 em 29 de novembro de 2016.
O caso de engenharia está fechado: um teste mais características de desenho RBMK produziram uma excursão pronta de potência. O que permanece contestado é como contar cancros posteriores e como valorar a zona de exclusão. A memória em português corre agora pelo Chernobyl Forum de 2005, anexos da UNSCEAR e, após 2019, uma minissérie de televisão que não é uma fonte primária.
O índice vem antes do comentário. Em 1970, Chernobyl fica com «Começa a construção» e 26. Sem ranking nem reserva. 261970
Números que ficam
- Ano do volume
- 1970
- Número fixado
- 26
- Caso
- Chernobyl
- Linha pública
- Começa a construção
1963: Grande Roubo do TremEnsaio seguinteOs 1000 ensaios1000