1986: Chernobyl
O teste de rundown de turbina acaba numa excursão pronta de potência, explosões e um fogo de grafite na unidade 4. Em 1986, Chernobyl fica com «Relatórios, julgamento, sarcófago» e 1986. Sem ranking nem reserva. Autocarros esvaziam a atomgrad. Uma zona de exclusão mais ampla de 30 quilómetros é desenhada nos dias seguintes.
Chernobyl é o caso-tipo de registro público de um acidente nuclear de Nível 7: mortes oficiais datadas, relatórios internacionais revistos e uma vaga de tratados que ainda governa a notificação e a cultura de segurança. Os operadores pretendiam ver se uma turbina a girar podia alimentar bombas de emergência durante um blackout da estação até os geradores a gasóleo arrancarem. O teste tinha sido adiado e foi corrido num turno da noite com o reator num estado instável de baixa potência. As condições de barras de controlo e de refrigerante violaram os próprios limites de operação da central.
Quando o comando de proteção de emergência (AZ-5) foi dado, as barras de ponta de grafite do RBMK acrescentaram brevemente reatividade no fundo do núcleo. A potência subiu numa fração de segundo. Seguiram-se explosões de vapor e um fogo de grafite. Esta página não reconstrói um procedimento que pudesse ser copiado; o registro público é a sequência como depois reconstruída pelo INSAG e por investigadores soviéticos.
Bombeiros e pessoal da central entraram no bloco em ruína nas primeiras horas. O anexo de 2008 da UNSCEAR descreve 134 casos confirmados de síndrome aguda de radiação entre eles, 28 fatais em quatro meses, mais as duas mortes da explosão. Não houve casos de ARS no público geral. Os cerca de 49.000 residentes de Pripyat foram ditos para tirar uma licença de três dias em 27 de abril.
O índice vem antes do comentário. Em 1986, Chernobyl fica com «Relatórios, julgamento, sarcófago» e 1986. Sem ranking nem reserva. 19861986
Números que ficam
- Ano do volume
- 1986
- Número fixado
- 1986
- Caso
- Chernobyl
- Linha pública
- Relatórios, julgamento, sarcófago