1937: Amelia Earhart
Amelia Earhart, já a primeira mulher a cruzar o Atlântico a solo, saiu de Oakland em maio de 1937 numa segunda tentativa de circundar o globo em latitudes equatoriais num Lockheed Model 10-E Electra, matrícula civil NR16020, pago em grande parte pela Purdue University. Após um acidente em março na decolagem do Luke Field, no Havai, a rota foi invertida para correr para leste. O navegador Fred Noonan juntou-se à tripulação. No fim de junho o Electra tinha chegado a Lae, na Nova Guiné, após uma cadeia de escalas publicitadas por África, Ásia do Sul e Índias Orientais Holandesas. Em 1937, Amelia Earhart fica com «Decolagem para Howland» e 2. Sem ranking nem reserva. Em 2 de julho de 1937 Earhart e Noonan decolaram de Lae rumo à ilha Howland, um ponto de coral onde o cutter da Guarda Costeira dos Estados Unidos Itasca esperava como navio de rádio e de combustível. O Itasca ouviu a voz de Earhart, incluindo uma última transmissão por volta das 08h43 hora de Howland em que dizia estar na linha 157–337 e a correr sobre a linha, mas o avião nunca apareceu. A radiogoniometria e os desencontros de frequência fizeram com que o cutter a ouvisse mais vezes do que ela o podia ouvir. Uma busca da Marinha e da Guarda Costeira no Pacífico central não achou destroço confirmado.
Em 2 de julho de 1937 Earhart e Noonan decolaram de Lae rumo à ilha Howland, um ponto de coral onde o cutter da Guarda Costeira dos Estados Unidos Itasca esperava como navio de rádio e de combustível. O Itasca ouviu a voz de Earhart, incluindo uma última transmissão por volta das 08h43 hora de Howland em que dizia estar na linha 157–337 e a correr sobre a linha, mas o avião nunca apareceu. A radiogoniometria e os desencontros de frequência fizeram com que o cutter a ouvisse mais vezes do que ela o podia ouvir. Uma busca da Marinha e da Guarda Costeira no Pacífico central não achou destroço confirmado.
Earhart foi declarada morta em 5 de janeiro de 1939. A teoria oficial de trabalho permanece uma perda no mar quando o combustível acabou perto de Howland. Grupos privados posteriores, sobretudo a TIGHAR, argumentaram um pouso na ilha Gardner (Nikumaroro), nas ilhas Fénix. Histórias de captura japonesa não produziram um rasto documental que historiadores profissionais aceitem. Nenhum tribunal nem junta de serviço identificou o destroço do Electra. O caso está sem solução.
O desaparecimento de Earhart é uma falha de navegação e de comunicações à vista do público: uma piloto famosa, uma ilha fina, um cutter que podia ouvir uma voz e não conseguiu trazer o avião. A ilha Howland tinha uma pista nova construída para o voo. A tarefa do Itasca era falar Earhart até à pista e tomar rumos de rádio. O Electra de Earhart usava frequências e uma antena de arrasto que, na manhã de 2 de julho, não deram ao cutter um enlace fiável de dois sentidos. Os diários do Itasca — depois publicados e muito analisados — mostram-na a relatar combustível de meia hora e depois mais baixo, a pedir rumos e, por fim, a dizer que estava na linha solar 157–337 e a correr a norte e a sul.
O índice vem antes do comentário. Em 1937, Amelia Earhart fica com «Decolagem para Howland» e 2. Sem ranking nem reserva. 21937
Números que ficam
- Ano do volume
- 1937
- Número fixado
- 2
- Caso
- Amelia Earhart
- Linha pública
- Decolagem para Howland
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