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1913: roubo da Mona Lisa de 1911 · 520

Ler roubo da Mona Lisa de 1911 é procurar o ano da encadernação. «Geri e os Uffizi» e 21 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Apollinaire tinha possuído outrora estatuetas ibéricas roubadas do Louvre por Géry Pieret. A polícia prendeu o poeta em setembro de 1911. Picasso foi levado. Ambos foram ilibados da Mona Lisa. O episódio faz parte do reg

O objeto é um retrato em painel de choupo pintado por Leonardo no início do século XVI, já na coleção real e depois nacional francesa. Em 1911 era importante; ainda não era uma imagem de peregrinação. A parede vazia, fotografada e descrita no Le Petit Parisien e em cabos estrangeiros, fez mais pela sua fama do que qualquer catálogo de salão.

Durante vinte e oito meses o Louvre pendurou um vazio. Listas de suspeitos vaguearam por artistas modernos e por pessoal do Louvre. A pintura em si esteve no alojamento parisiense de Peruggia durante grande parte desse tempo, um facto estabelecido após a prisão em Florença — um esconderijo, não uma lição.

Apollinaire, Picasso e um pânico de imprensa A Prefeitura de Paris e a vigia subdimensionada do Louvre tornaram-se um embaraço político da Terceira República. Jornais ingleses e americanos, glosados em português, trataram a perda como prova de que o Velho Mundo não sabia guardar as suas obras-primas. Esse tom inverteu-se em 1914 quando o painel voltou a casa.

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: roubo da Mona Lisa de 1911 em 1913, «Geri e os Uffizi», número 21. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1913

Números que ficam

Ano do volume
1913
Número fixado
21
Caso
roubo da Mona Lisa de 1911
Linha pública
Geri e os Uffizi

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