2014: voo MH370 · 499
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. voo MH370 está em 2014 sob «Silêncio após IGARI», número 8 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. Uma viragem oculta, depois um oceano público
Um flaperão direito achado na Reunião em julho de 2015 foi identificado como do 9M-MRO. Outros fragmentos apareceram depois em costas do Índico ocidental. A investigação de segurança do Anexo 13 da Malásia, publicada em 30 de julho de 2018, não pôde determinar quem estava nos comandos após a viragem nem por que o avião deixou a rota. A busca privada da Ocean Infinity em 2018 também falhou em localizar o pecio. O caso permanece sem solução.
O MH370 é um avião de linha em falta com uma trajetória reconstruída, um punhado de fragmentos autenticados e sem voz de cabine, sem gravador de dados de voo e sem causa acordada. O que o papel de radar e de satélite mostra O radar secundário civil e a rádio situam o 9M-MRO na rota prevista até pouco depois das 01h19 MYT. O radar primário militar malaio, libertado em forma reconstruída, mostra depois uma travessia para oeste da península e um troço posterior para sul. Esses traçados são a razão principal pela qual o relato oficial fala de um corredor do mar da China Meridional que se tornou um problema do Índico.
A estação terrestre da Inmarsat continuou a receber handshakes automáticos da unidade de dados por satélite do avião durante horas após a última chamada de voz. A análise de desvio de frequência de rajada, revista depois pelo ATSB e por um grupo de trabalho internacional, produziu a estimativa de fim de voo no arco sul que deslocou a busca do mar da China Meridional para o sul do Índico. O método é técnico e público; não é uma fotografia do fundo do mar.
Sem «Silêncio após IGARI» nem 8, a ficha de voo MH370 em 2014 volta ao balcão.2014
Números que ficam
- Ano do volume
- 2014
- Número fixado
- 8
- Caso
- voo MH370
- Linha pública
- Silêncio após IGARI