Skip to content Pular para uma secao
Hemeroteca

2016: Park Geun-hye / Choi Soon-sil

Ler Park Geun-hye / Choi Soon-sil é procurar o ano da encadernação. «Sábados em Gwanghwamun» e 2016 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. A história do tablet da JTBC em outubro de 2016 e os follow-ups do Hankyoreh, do Kyunghyang e de outros documentaram as edições de discursos de Choi e o seu papel em canalizar donativos de chaebol para fundações, nomeada

De fins de outubro de 2016 a março de 2017, protestos de velas aos sábados encheram as ruas de Seul, incluindo Gwanghwamun. A Assembleia Nacional aprovou uma moção de impeachment em 9 de dezembro de 2016. O Tribunal Constitucional confirmou-a por unanimidade em 10 de março de 2017, removendo Park do cargo. Uma eleição antecipada fez de Moon Jae-in presidente. Procuradores especiais e tribunais penais julgaram depois Park, Choi e figuras empresariais incluindo Lee Jae-yong da Samsung em teorias de suborno e abuso de poder.

Park foi condenada em 2018 e recebeu uma pena longa de prisão, depois ajustada em recurso; Moon indultou-a em dezembro de 2021 por razões de saúde e de reconciliação. Choi também foi condenada. O estado é convicted: os tribunais nomearam crimes. O indulto é aftermath, não uma absolvição. Os jornais em português enquadraram as semanas das velas como uma «revolução das velas» pacífica e por vezes recorreram a metáforas de Watergate ou de Rasputin; o facto cívico coreano é uma remoção constitucional após protesto de massas, sem guerra.

Uma confidente, um tablet e um tribunal constitucional O escândalo Park–Choi é um caso de registro público de poder informal: dispositivos vazados, dinheiro de conglomerados, multidões de velas, impeachment e condenações — depois um indulto. Uma ferida cultural separada foi o desastre do ferry Sewol em 2014, já uma crise da presidência de Park. Os protestantes em 2016 ligaram as duas: um governo que tinha parecido ausente em 2014 parecia agora capturado por um círculo privado. Sewol é o seu próprio dossiê neste atlas; aqui é atmosfera política, não um segundo julgamento.

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Park Geun-hye / Choi Soon-sil em 2016, «Sábados em Gwanghwamun», número 2016. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.2016

Números que ficam

Ano do volume
2016
Número fixado
2016
Caso
Park Geun-hye / Choi Soon-sil
Linha pública
Sábados em Gwanghwamun

2014: SewolEnsaio seguinteOs 1000 ensaios1000