1974: Watergate
Ler Watergate é procurar o ano da encadernação. «Artigos de impeachment» e 27 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Watergate é rico em prova: dinheiro, testemunho, gravações contemporâneas e um acórdão do Supremo.
De um complexo hotel-escritório ao CRP O Watergate é um complexo de hotel, escritórios e apartamentos em Washington. O DNC alugava escritórios ali em 1972. Os cinco homens presos em 17 de junho — incluindo James McCord, um coordenador de segurança do CRP, e exilados cubanos com histórias prévias adjacentes à CIA — não eram arrombadores aleatórios. Entradas de agenda levaram a E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, operativos da Casa Branca e do CRP.
Esta página não reconstrói técnica de vigilância. O registro público é quem pagou, quem sabia e quem mentiu depois. A Casa Branca e o CRP negaram uma ligação; o dinheiro e as fitas posteriores disseram o contrário. As primeiras histórias de Woodward e Bernstein, com uma fonte do FBI depois revelada como Mark Felt («Garganta Profunda»), mantiveram o dossiê vivo através da eleição de 1972, que Nixon ganhou em landslide.
Audiências, fitas e uma massacre ao sábado O juiz Sirica pressionou os arrombadores. A carta de McCord de março de 1973 disse que a pressão para ficar calado tinha vindo da Casa Branca. O testemunho de Dean no Senado em junho de 1973 descreveu um cancro na presidência. Alexander Butterfield revelou o sistema de gravação. Esses três beats transformaram o rumor num caso documental.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Watergate em 1974, «Artigos de impeachment», número 27. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1974
Números que ficam
- Ano do volume
- 1974
- Número fixado
- 27
- Caso
- Watergate
- Linha pública
- Artigos de impeachment
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