1999: atentado do metrô de Tóquio
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. atentado do metrô de Tóquio está em 1999 sob «Lei de controlo de organizações», número 20 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. As autoridades identificaram o sarin como o agente. O registro público é o nome da substância e o facto do uso, não um processo.
Em 20 de março de 1995 membros da Aum Shinrikyo libertaram sarin em trens do metrô de Tóquio, matando 13 pessoas; a investigação e os julgamentos refizeram o direito de segurança japonês. Na manhã de 20 de março de 1995, membros do novo movimento religioso Aum Shinrikyo libertaram o agente nervoso sarin em cinco trens do metrô de Tóquio que convergiam para o distrito governamental de Kasumigaseki. A Polícia Metropolitana de Tóquio tratou depois 13 mortes como oficiais após um inquérito de compensação de 2008 ter acrescentado uma fatalidade à primeira conta de 12; uma 14.ª morte foi registada em 2020. Vários milhares de pessoas procuraram tratamento — cifras de cerca de 5.500 a 6.300 aparecem em inquéritos policiais e posteriores. Esta página não descreve lesões nem como o agente foi feito ou libertado.
O atentado foi uma investigação criminal e de terrorismo, não uma guerra. A polícia já se movia rumo à Aum após o caso de sarin de Matsumoto de junho de 1994 (oito mortos) e crimes anteriores, incluindo o assassinato de 1989 do advogado Tsutsumi Sakamoto e da sua família. Asahara Shoko, nascido Matsumoto Chizuo, foi preso em 16 de maio de 1995. Foi sentenciado à morte em 2004; a pena tornou-se final em 2006. Ele e outros condenados da Aum foram executados a começar em 6 de julho de 2018.
O aftermath jurídico incluiu a revogação do estatuto de corporação religiosa da Aum, uma revisão de 1995 da Religious Corporations Act, e o Act of 1999 on the Control of Organizations Which Have Committed Acts of Indiscriminate Mass Murder. Grupos sucessores permanecem sob vigia de segurança pública. A memória em português enquadrou a Aum como um «culto do fim do mundo» que acabou a reputação do Japão de segurança pública.
Sem «Lei de controlo de organizações» nem 20, a ficha de atentado do metrô de Tóquio em 1999 volta ao balcão.1999
Números que ficam
- Ano do volume
- 1999
- Número fixado
- 20
- Caso
- atentado do metrô de Tóquio
- Linha pública
- Lei de controlo de organizações