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Hemeroteca

1912: Titanic

Ler Titanic é procurar o ano da encadernação. «Relatório Mersey» e 30 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Virou o seu transatlântico Cunard para norte de imediato, preparou botes e partidos médicos e desembarcou sobreviventes em Nova Iorque em 18 de abril. O Congresso e o tribunal britânico elogiaram o salvamento como o cont

Dois inquéritos públicos sentaram-se em semanas. Uma subcomissão do Senado dos Estados Unidos presidida pelo senador William Alden Smith ouviu testemunhas a partir de 19 de abril. Em Londres, o tribunal de Lord Mersey sentou-se de 2 de maio a 30 de julho de 1912, examinou 97 testemunhas e respondeu a 26 perguntas do Board of Trade. Ambos acharam que a alta velocidade num campo de gelo, uma prática fina de vigia e poucos botes transformaram uma colisão num naufrágio de massas.

O desastre está fechado como caso de causa da perda. O naufrágio foi localizado em 1 de setembro de 1985 por uma equipa franco-americana liderada por Robert Ballard e Jean-Louis Michel. O que permanece aberto é o direito do património: quem pode visitar, filmar ou levantar objetos de um cemitério que agora está sob estatutos protetores da UNESCO e dos Estados Unidos.

Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Titanic em 1912, «Relatório Mersey», número 30. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1912

Números que ficam

Ano do volume
1912
Número fixado
30
Caso
Titanic
Linha pública
Relatório Mersey

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