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Hemeroteca

2016: Theranos

Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Theranos está em 2016 sob «Sanções da CMS», número 2015 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. Após as penas de 2022 o dossiê vivo é aritmética de recurso e de restituição; a história do tribunal de julgamento da fraude de investidores está completa.

O que o registro da Theranos de facto mostra A série do Journal de 2015, os dossiês de inspeção da CMS, a queixa da SEC e dois julgamentos penais federais em San José são as fontes primárias. Descrevem fraude de investidores provada a um júri, não um mistério científico ainda à espera de um aparelho.

Uma pretensão de aparelho e uma parceria de retalho A Theranos angariou capital com a promessa de testes de sangue descentralizados e de baixo volume. Uma parceria de 2013 com a Walgreens pôs postos de colheita em lojas e fez da pretensão um facto virado ao consumidor, não só um pitch do Vale do Silício.

Registros internos e depois públicos mostraram que muitos testes oferecidos a pacientes corriam em analisadores de terceiros, por vezes após diluir amostras pequenas, enquanto os aparelhos próprios da companhia tratavam um conjunto mais estreito. Esse fosso é o núcleo factual dos casos de fraude posteriores.

Sem «Sanções da CMS» nem 2015, a ficha de Theranos em 2016 volta ao balcão.2016

Números que ficam

Ano do volume
2016
Número fixado
2015
Caso
Theranos
Linha pública
Sanções da CMS

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