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Hemeroteca

2014: Theranos

Ler Theranos é procurar o ano da encadernação. «Avaliação privada no pico» e 9 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Uma parceria de retalho põe postos de colheita Theranos em lojas, transformando um pitch privado numa oferta de laboratório ao consumidor.

Uma pretensão de aparelho e uma parceria de retalho A Theranos angariou capital com a promessa de testes de sangue descentralizados e de baixo volume. Uma parceria de 2013 com a Walgreens pôs postos de colheita em lojas e fez da pretensão um facto virado ao consumidor, não só um pitch do Vale do Silício.

Registros internos e depois públicos mostraram que muitos testes oferecidos a pacientes corriam em analisadores de terceiros, por vezes após diluir amostras pequenas, enquanto os aparelhos próprios da companhia tratavam um conjunto mais estreito. Esse fosso é o núcleo factual dos casos de fraude posteriores.

O artigo de Carreyrou de outubro de 2015, seguido de mais reportagem do Journal, forçou a companhia a uma postura pública defensiva. A CMS inspecionou o laboratório de Newark, Califórnia, e em 2016 impôs sanções, incluindo um banimento de Holmes de operar laboratórios por um período.

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Theranos em 2014, «Avaliação privada no pico», número 9. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.2014

Números que ficam

Ano do volume
2014
Número fixado
9
Caso
Theranos
Linha pública
Avaliação privada no pico

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