1990: roubo do Museu Gardner
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. roubo do Museu Gardner está em 1990 sob «Treze obras levadas», número 18 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O FBI disse ter identificado os ladrões e um caminho posterior de crime organizado. Nenhuma tela voltou. A recompensa subiu a 10 milhões de dólares. O dossiê ficou sem solução.
Em 18 de março de 1990 treze obras desapareceram do Isabella Stewart Gardner Museum em Boston. As molduras vazias ainda pendem; a recompensa do FBI mantém-se e o caso permanece sem solução. Nas primeiras horas de 18 de março de 1990, o dia seguinte ao Saint Patrick's Day, treze obras saíram do Isabella Stewart Gardner Museum no Fenway de Boston. O lote incluía O Concerto de Johannes Vermeer, a única marinhas conhecida de Rembrandt van Rijn A Tempestade no Mar da Galileia, um segundo óleo de Rembrandt, uma gravura de Rembrandt, Chez Tortoni de Édouard Manet, cinco obras de Edgar Degas em papel, uma paisagem de Govaert Flinck, um gu de bronze chinês e um remate de águia de bronze de uma bandeira napoleónica.
O museu abriu em 1903 como o palácio de estilo veneziano de Isabella Stewart Gardner. O testamento de 1924 exigia que a coleção ficasse como ela a tinha disposto. Após o roubo as molduras vazias foram deixadas nas paredes da Dutch Room e de galerias próximas — uma decisão curatorial que se tornou o rosto público do dossiê sem solução. O Federal Bureau of Investigation abriu um caso que ainda está aberto mais de três décadas depois.
Em 2013 o FBI disse acreditar ter identificado os ladrões como membros de um grupo de crime organizado da Nova Inglaterra e que as obras tinham circulado por círculos de crime organizado. Nenhuma pintura foi recuperada. A recompensa do museu, elevada a 10 milhões de dólares em 2017 por informação que leve à devolução das treze obras em bom estado, ainda se mantém. Possuir os objetos roubados continua a ser um crime federal mesmo depois de o prazo de prescrição do roubo original ter corrido.
Sem «Treze obras levadas» nem 18, a ficha de roubo do Museu Gardner em 1990 volta ao balcão.1990
Números que ficam
- Ano do volume
- 1990
- Número fixado
- 18
- Caso
- roubo do Museu Gardner
- Linha pública
- Treze obras levadas
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