1963: Grande Roubo do Trem
Ler Grande Roubo do Trem é procurar o ano da encadernação. «Prisões» e 64 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. A maior parte da gangue é presa nos meses após o roubo. Bruce Reynolds permanece em liberdade.
O maquinista Jack Mills e o secondman David Whitby eram o pessoal ferroviário na locomotiva. Mills foi agredido e tornou-se depois um símbolo público duradouro da noite; esta página regista que ficou ferido e não se demora em feridas. A gangue usou a Leatherslade Farm em Buckinghamshire como esconderijo. A Buckinghamshire Constabulary e a Flying Squad da Scotland Yard acharam a quinta após uma denúncia e uma busca — um Monopoly abandonado e impressões digitais tornaram-se folclore, mas as condenações assentam num dossiê forense e de testemunhas mais amplo.
Em Aylesbury, em 1964, o juiz Edmund Davies sentenciou vários homens, incluindo Ronald «Buster» Edwards, Charles Wilson, Roy James e outros, a penas de até trinta anos. Bruce Reynolds, o planeador, foi apanhado em 1968. Ronnie Biggs fugiu de Wandsworth em 1965, chegou ao Brasil e tornou-se um exilado de tablóide até regressar em 2001. O caso está condenado: nomes, uma soma e um tribunal. Grande parte do dinheiro nunca foi recuperada.
Um trem de correio, uma quinta e uma tarifa de trinta anos O Grande Roubo do Trem é o furto de numerário mais recontado da Grã-Bretanha: uma soma datada, uma ponte nomeada, um banco de réus em Aylesbury e um afterlife cultural que ultrapassou as notas em falta. O Travelling Post Office movia correio registado e malas de alto valor entre Glasgow e Londres. O trem de 8 de agosto levava notas usadas a regressar a Londres — um facto depois usado para explicar tanto o tamanho do lote como a dificuldade de gastar os seriais. As 2,6 milhões de libras oficiais são a cifra que este atlas usa; comparações posteriores de inflação pertencem a notas de dinheiro, não à linha de 1963.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Grande Roubo do Trem em 1963, «Prisões», número 64. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1963
Números que ficam
- Ano do volume
- 1963
- Número fixado
- 64
- Caso
- Grande Roubo do Trem
- Linha pública
- Prisões