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Hemeroteca

1971: D.B. Cooper · 250

Ler D.B. Cooper é procurar o ano da encadernação. «Um bilhete só de ida em Portland» e 305 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. O 727 manteve-se sobre o estreito de Puget até a Northwest e o FBI produzirem 200 mil dólares e quatro paraquedas. Os passageiros saíram em Sea-Tac. Quatro tripulantes ficaram.

Na tarde de 24 de novembro de 1971, véspera de Ação de Graças, um homem que comprou um bilhete só de ida em nome de Dan Cooper embarcou no voo 305 da Northwest Orient Airlines, um Boeing 727-51 matriculado N467US, no aeroporto internacional de Portland. Após a decolagem para Seattle, entregou um bilhete à comissária Florence Schaffner e depois lhe mostrou o que ela tomou por uma bomba na maleta. Exigiu 200 mil dólares em dinheiro e quatro paraquedas. O avião circundou o estreito de Puget enquanto a companhia e o Federal Bureau of Investigation reuniam o dinheiro e os paraquedas no aeroporto internacional de Seattle-Tacoma.

Os passageiros foram libertados em Seattle depois que o resgate e os paraquedas embarcaram. Permaneceram o capitão William Scott, o primeiro-oficial William Rataczak, o engenheiro de voo Harold E. Anderson e a comissária Tina Mucklow. Cooper ordenou rumo à Cidade do México, uma escala de combustível em Reno, flaps e trem de pouso baixos, e um voo baixo e lento. Em algum ponto após a decolagem de Seattle, sobre o sudoeste de Washington, à noite e sob chuva, baixou a escada traseira e deixou o avião. Quando o 727 aterrou em Reno às 23h45 PST, a escada ainda estava baixa e Cooper já não estava.

O FBI abriu o caso NORJAK — sequestro do Noroeste. Foram anotados os números de série das notas de 20 dólares. Em fevereiro de 1980 um menino, Brian Ingram, achou três maços deteriorados dessas notas, cerca de 5.800 dólares de valor facial, num banco de areia do rio Columbia depois chamado Tena Bar, perto de Vancouver, Washington. Não se acharam restos, paraquedas nem esconderijo de resgate confirmados. O Bureau suspendeu a investigação ativa em 12 de julho de 2016 e deixou o dossiê sem solução.

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: D.B. Cooper em 1971, «Um bilhete só de ida em Portland», número 305. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1971

Números que ficam

Ano do volume
1971
Número fixado
305
Caso
D.B. Cooper
Linha pública
Um bilhete só de ida em Portland

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