2015: Theranos
Os júris viram decks de investidores, e-mails, mensagens de texto e dados de validação laboratorial. Os reguladores já tinham escrito achados de inspeção. Em 2015, Theranos fica com «Walgreens e a pretensão ao consumidor» e 2013. Sem ranking nem reserva. Os itens abaixo são os pilares públicos. Descrevem o que foi mostrado após o facto, não como desenhar um menu de testes enganoso.
Em 15 de outubro de 2015 o Wall Street Journal publicou a investigação de John Carreyrou a relatar que a firma usava máquinas convencionais para muitos testes e que os aparelhos próprios não faziam o que a companhia alegava. Reguladores federais e estaduais de saúde, a SEC e o Departamento de Justiça seguiram-se com inspeções, acusações civis e denúncias penais.
Um júri no tribunal de distrito dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia condenou Holmes em 3 de janeiro de 2022 por conspiração para cometer fraude eletrónica e três counts de fraude eletrónica contra investidores. O juiz Edward J. Davila condenou-a em 18 de novembro de 2022 a 135 meses de prisão. Ramesh «Sunny» Balwani, o antigo presidente e diretor de operações, foi condenado em julho de 2022 e depois sentenciado a 155 meses. Os counts relacionados com pacientes contra Holmes não produziram condenações.
O que o registro da Theranos de facto mostra A série do Journal de 2015, os dossiês de inspeção da CMS, a queixa da SEC e dois julgamentos penais federais em San José são as fontes primárias. Descrevem fraude de investidores provada a um júri, não um mistério científico ainda à espera de um aparelho.
O índice vem antes do comentário. Em 2015, Theranos fica com «Walgreens e a pretensão ao consumidor» e 2013. Sem ranking nem reserva. 20132015
Números que ficam
- Ano do volume
- 2015
- Número fixado
- 2013
- Caso
- Theranos
- Linha pública
- Walgreens e a pretensão ao consumidor
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