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2009: Bernie Madoff

Cartas de vítimas e submissões do governo foram ao juiz Chin antes da audiência de 29 de junho de 2009. Em 2009, Bernie Madoff fica com «Um market-maker com um livro privado» e 2008. Sem ranking nem reserva. A equipa de Picard cruzou extratos com fluxos bancários e apresentou centenas de ações adversárias para recuperar transferências.

Bernard L. Madoff declarou-se culpado em 2009 do maior esquema Ponzi então registado em tribunal dos EUA, após o colapso do seu negócio de investimentos em Nova Iorque em dezembro de 2008. Em 11 de dezembro de 2008, agentes do Federal Bureau of Investigation prenderam Bernard L. Madoff no apartamento em Manhattan depois de ele ter dito a empregados seniores que o braço de consultoria de investimentos da Bernard L. Madoff Investment Securities LLC estava insolvente e era uma fraude. A firma tinha sido um marco do market-making de Wall Street; os livros de consultoria, guardados à parte desse negócio, mostravam extratos de clientes que depois se provaram fictícios.

Madoff declarou-se culpado em 12 de março de 2009 no tribunal de distrito dos EUA para o Distrito Sul de Nova Iorque de onze crimes graves, incluindo fraude de valores, fraude de consultor de investimentos, fraude postal e eletrónica, branqueamento de capitais, declarações falsas, perjúrio, filagens falsas junto da Securities and Exchange Commission e furto de um plano de benefícios de empregados. O juiz Denny Chin condenou-o em 29 de junho de 2009 a 150 anos de prisão e ordenou um perdimento depois inscrito em cerca de 170 mil milhões de dólares sobre as perdas no papel.

Irving H. Picard, nomeado trustee ao abrigo da Securities Investor Protection Act, passou a década seguinte a reconstruir transferências e a recuperar principal para pretensões admitidas. O caso figura no registro público como um colapso de supervisão tanto quanto de uma firma: o próprio inspector-geral da SEC documentou depois avisos falhados que tinham chegado à agência anos antes da prisão.

Sem «Um market-maker com um livro privado» nem 2008, a ficha de Bernie Madoff em 2009 volta ao balcão. Em 2009, Bernie Madoff fica com «Um market-maker com um livro privado» e 2008. Sem ranking nem reserva. 20082009

Números que ficam

Ano do volume
2009
Número fixado
2008
Caso
Bernie Madoff
Linha pública
Um market-maker com um livro privado

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