2009: 1MDB
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. 1MDB está em 2009 sob «Jornalismo de documentos de 2015», número 2015 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. As queixas de perdimento do DOJ, as resoluções da Goldman, a confissão de Leissner e o julgamento malaio da SRC são as fontes públicas primárias. Descrevem um caso de furto e branqueamento em várias jurisdições, não uma
A 1Malaysia Development Berhad tornou-se um caso global de cleptocracia após reportagem de 2015. Tribunais dos EUA e da Malásia registaram condenações e recuperações de milhares de milhões. A 1Malaysia Development Berhad (1MDB) era um fundo de desenvolvimento estatal malaio criado em 2009 a partir de um veículo de Terengganu. Em 2015, a Sarawak Report e o Wall Street Journal publicavam documentos que ligavam saídas enormes a Jho Low (Low Taek Jho), a contas associadas ao então primeiro-ministro Najib Razak e a um conjunto de emissões de obrigações da Goldman Sachs em 2012-2013.
O Departamento de Justiça dos EUA, através da Kleptocracy Asset Recovery Initiative, apresentou queixas civis de perdimento a partir de 2016 a alegar que mais de 3,5 mil milhões de dólares — depois descritos como da ordem de 4,5 mil milhões — tinham sido desviados da 1MDB. Essas queixas nomeavam financiamento de Hollywood (incluindo a Red Granite Pictures e The Wolf of Wall Street), iates, joias e imobiliário como alegados proventos. A Goldman Sachs pagou depois cerca de 2,9 mil milhões de dólares em 2020 para resolver ações dos EUA e de outros governos; o antigo sócio da Goldman Tim Leissner declarou-se culpado em 2018.
Na Malásia, o High Court condenou Najib em 28 de julho de 2020 em sete counts no caso SRC International (uma unidade relacionada com a 1MDB), incluindo abuso de poder e branqueamento de capitais, e impôs doze anos de prisão e uma multa. O Federal Court confirmou a condenação em 23 de agosto de 2022. Jho Low permaneceu fugitivo no registro público até meados da década de 2020. Desenvolvimentos posteriores de indulto e de prisão domiciliária na Malásia mudaram as condições de custódia; não apagaram o julgamento de 2020 como uma condenação registada.
Sem «Jornalismo de documentos de 2015» nem 2015, a ficha de 1MDB em 2009 volta ao balcão.2009
Números que ficam
- Ano do volume
- 2009
- Número fixado
- 2015
- Caso
- 1MDB
- Linha pública
- Jornalismo de documentos de 2015