1803, Guerras Napoleónicas · 596
[595] [read-napoleonic-13-195] Ler Guerras Napoleónicas é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. 1803 chama «Amiens quebra» e 1815. Forte e fraco não são colunas dessa casa. As faculdades de pessoal ensinaram "princípios" napoleónicos até ao século XX - por vezes como dogmas que 1914 puniu. [eonic-13-195/pt] #c-13-195
Valmy (1792) e o dique em massa criaram uma nova máquina de guerra francesa. A campanha italiana de Napoleão de 1796-97 e a expedição egípcia de 1798-1801 fizeram dele primeiro um general e depois uma necessidade política. O golpe de 18 Brumário (1799) e a coroação imperial de 1804 mudaram o regime sem encerrar a guerra com a Grã-Bretanha.
Amiens (1802) foi uma pausa. Malta, o comércio e a desconfiança mútua reabriram a guerra em 1803. Ulm e Austerlitz (1805), Jena-Auerstedt (1806) e Friedland (1807) fizeram de Napoleão o senhor das terras alemãs e impuseram Tilsit à Rússia. O Sistema Continental tentou bloquear a Grã-Bretanha por terra – uma guerra económica que criou contrabandistas e inimigos.
A Espanha de 1808 era diferente: uma guerra popular, um exército britânico sob o comando de Wellington e um dreno que Napoleão nunca selou. A campanha russa de 1812 – Borodino, Moscovo, a retirada – é a catástrofe operacional. 1813 na Alemanha tornou-se uma guerra de nações; Suécia, Prússia, Áustria e Rússia coordenaram-se melhor do que em 1805.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Guerras Napoleónicas em 1803, «Amiens quebra», número 1815. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.1803
Números que ficam
- Ano
- 1803
- Número que acompanha
- 1815
- Facto
- Guerras Napoleónicas
- Linha da cronologia
- Amiens quebra
1805, Guerras Napoleónicas · 597Ensaio seguinteOs 1000 ensaios1000