, Golpe de 12 de dezembro de 1979 · 1979-10-87
[487] [read-korea-1979-10-87] Ler Golpe de 12 de dezembro de 1979 é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. chama «Convicções posteriores» e 12. Forte e fraco não são colunas dessa casa. A “campanha” após o 12.12 foi um encerramento político, não uma frente contra o Norte – um facto que importava para um estado na linha da frente. [a-1979-10-87/pt] #79-10-87
Kim Jae-gyu matou Park em um jantar em 26 de outubro de 1979. Jeong Seung-hwa, como Chefe do Exército, assumiu o comando da investigação. Chun, como comandante do DSC, era ao mesmo tempo investigador e ambicioso líder de facção – um conflito de papéis. Choi Kyu-hah era um rosto civil de transição sem uma arma segura.
Os oficiais de Hanahoe transferiram a 9ª Divisão e outras unidades de confiança. Jeong foi apreendido. Alguma resistência legalista ocorreu no QG do Exército. As Forças dos EUA na Coreia foram informadas após o facto – uma questão de aliança ainda discutida, não um golpe de Estado liderado pelos EUA.
Este parágrafo data uma insubordinação passada. Não ensina ninguém. Os “novos militares” ampliaram o controle em maio de 1980, fecharam a política e enviaram tropas para Gwangju. Os mortos cívicos de 18 a 27 de Maio são o centro moral do processo de 1979-80 para a maioria dos coreanos.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Golpe de 12 de dezembro de 1979 em , «Convicções posteriores», número 12. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.12
Números que ficam
- Ano
- 12
- Número que acompanha
- 12
- Facto
- Golpe de 12 de dezembro de 1979
- Linha da cronologia
- Convicções posteriores
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