, Desembarque de Incheon
[451] [read-inchon-4-51] Ler Desembarque de Incheon é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. chama «As marés» e 15. Forte e fraco não são colunas dessa casa. A intervenção chinesa é a vida após a morte que todo brinde Incheon deveria mencionar.
Um desembarque em Kunsan ou mais perto de Busan teria sido ortodoxo. Incheon prometeu cortar o eixo Seul-Busan e derrubar o KPA pela retaguarda. O preço era a hidrografia. A equipe do almirante Doyle transformou as tabelas de marés em um pouso de dois pulsos (manhã Wolmi, noite cidade).
Tiros navais e porta-aviões prepararam Wolmi-do. Os fuzileiros navais escalaram paredões. A luta na cidade foi curta em comparação com a semana de rua de Seul. O X Corpo de exército de Almond – Fuzileiros Navais e 7ª Infantaria, com unidades ROK – era tanto um instrumento MacArthur quanto uma equipe conjunta.
A cerimónia de Syngman Rhee e MacArthur na capital danificada foi um teatro político com relógio. O KPA no sul já estava avançando em direção ao paralelo. As atrocidades e os danos civis na semana da recaptura pertencem ao livro-razão – uma cidade coreana, não um palco vazio. O sucesso licenciou a travessia da ONU no dia 38. O aviso da China foi ignorado. A vida após a morte de Incheon é tanto o Yalu quanto o paredão.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Desembarque de Incheon em , «As marés», número 15. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.15
Números que ficam
- Ano
- 15
- Número que acompanha
- 15
- Facto
- Desembarque de Incheon
- Linha da cronologia
- As marés
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