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Cronologia do arquivo

1803, Guerras Napoleónicas

[55] [napoleonic-1-55] Ler Guerras Napoleónicas é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. 1803 chama «Amiens quebra» e 1815. Forte e fraco não são colunas dessa casa. Ulm e Austerlitz (1805), Jena-Auerstedt (1806) e Friedland (1807) fizeram de Napoleão o senhor das terras alemãs e impuseram Tilsit à Rússia. O Sistema Continental tentou bloquear a Grã-Bretanha por terra – uma guerra ec

Valmy (1792) e o dique em massa criaram uma nova máquina de guerra francesa. A campanha italiana de Napoleão de 1796-97 e a expedição egípcia de 1798-1801 fizeram dele primeiro um general e depois uma necessidade política. O golpe de 18 Brumário (1799) e a coroação imperial de 1804 mudaram o regime sem encerrar a guerra com a Grã-Bretanha.

Amiens (1802) foi uma pausa. Malta, o comércio e a desconfiança mútua reabriram a guerra em 1803. A Espanha de 1808 era diferente: uma guerra popular, um exército britânico sob o comando de Wellington e um dreno que Napoleão nunca selou. A campanha russa de 1812 – Borodino, Moscovo, a retirada – é a catástrofe operacional. 1813 na Alemanha tornou-se uma guerra de nações; Suécia, Prússia, Áustria e Rússia coordenaram-se melhor do que em 1805.

A campanha de 1814 na França mostrou a habilidade remanescente de Napoleão e sua escassez remanescente de homens e cavalos. O Congresso de Viena redesenhou a Alemanha e a Itália, restaurou os Bourbons e criou um concerto que geriu crises até à Guerra da Crimeia. Napoleão morreu em Santa Helena em 1821.

O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Guerras Napoleónicas em 1803, «Amiens quebra», número 1815. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.1803

Números que ficam

Ano
1803
Número que acompanha
1815
Facto
Guerras Napoleónicas
Linha da cronologia
Amiens quebra

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