1799, Guerras Napoleónicas
[19] [napoleonic-0-19] Ler Guerras Napoleónicas é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. 1799 chama «18 Brumário» e 18. Forte e fraco não são colunas dessa casa. As mortes são estimadas em cerca de 3,5 a 6 milhões, incluindo civis e espetáculos secundários caribenhos e egípcios. O Congresso de Viena (1814-15) restaurou uma ordem conservadora que ainda tinha de conviver com o Códi
Amiens (1802) foi uma pausa. Malta, o comércio e a desconfiança mútua reabriram a guerra em 1803. Ulm e Austerlitz (1805), Jena-Auerstedt (1806) e Friedland (1807) fizeram de Napoleão o senhor das terras alemãs e impuseram Tilsit à Rússia. O Sistema Continental tentou bloquear a Grã-Bretanha por terra – uma guerra económica que criou contrabandistas e inimigos.
A Espanha de 1808 era diferente: uma guerra popular, um exército britânico sob o comando de Wellington e um dreno que Napoleão nunca selou. A campanha russa de 1812 – Borodino, Moscovo, a retirada – é a catástrofe operacional. 1813 na Alemanha tornou-se uma guerra de nações; Suécia, Prússia, Áustria e Rússia coordenaram-se melhor do que em 1805.
A campanha de 1814 na França mostrou a habilidade remanescente de Napoleão e sua escassez remanescente de homens e cavalos. O Congresso de Viena redesenhou a Alemanha e a Itália, restaurou os Bourbons e criou um concerto que geriu crises até à Guerra da Crimeia. Napoleão morreu em Santa Helena em 1821.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Guerras Napoleónicas em 1799, «18 Brumário», número 18. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.1799
Números que ficam
- Ano
- 1799
- Número que acompanha
- 18
- Facto
- Guerras Napoleónicas
- Linha da cronologia
- 18 Brumário
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