1960, Missil balistico intercontinental
[270] [desk-icbm-2] A cronologia do arquivo municipal e o cartaz de uma série não se colam na mesma parede. Missil balistico intercontinental em 1960 ocupa a casa «Polaris no mar» e o número que acompanha é 2. Essa casa não pontua países nem soma os mortos de outra guerra. Quem se moveu e onde fica nesse ano. Satélites, inspetores no local e limites de telemetria foram a campanha nada glamorosa. [
Um foguete que se tornou objeto de tratado O ICBM é menos uma arma de campo de batalha do que um facto diplomático: testes de voo, alarmes falsos e limites numerados no papel. Peenemunde, o trabalho escravo de Mittelbau-Dora e a disputa de equipes e sorteios de 1945 são o começo antiético. O R-7 de Korolev era um míssil que também podia lançar um satélite – política numa primeira fase.
Nenhum livro de receitas de propulsão ou reentrada pertence aqui. A frase é: um foguete de ataque à cidade de 1944 tornou-se um foguete do tipo intercontinental em 1957. O SAC sob o comando de LeMay e mais tarde os mísseis de Schriever construíram uma perna terrestre nos EUA. As Forças Estratégicas de Foguetes tornaram-se um serviço soviético. Outubro de 1962 colocou mísseis de médio alcance em Cuba e alerta ICBM no fundo de treze dias.
A linguagem de “destruição assegurada” de McNamara é um dialeto datado do estado-maior, e não um briefing atual sobre alvos. SALT I (1972), o Tratado ABM, SALT II (assinado em 1979, não ratificado), INF (1987), START I (1991) e Novo START (2010, prorrogado em 2021) são as batalhas políticas do ICBM. Escândalos de trapaça e trens de verificação fazem parte desse arquivo.
Missil balistico intercontinental em 1960 guarda «Polaris no mar» e 2. Não há uma liga de países.1960
Números que ficam
- Ano
- 1960
- Número que acompanha
- 2
- Facto
- Missil balistico intercontinental
- Linha da cronologia
- Polaris no mar
1950, Desembarque de Incheon · k-inchon-2Ensaio seguinteOs 1000 ensaios1000