Skip to content

🏐Giba vs Zhu Ting

Frente a frente · Vôlei

Giba
#4

Giba

Brasil · 1995-2012

VS
#5

Zhu Ting

China · 2013-presente

Estatística por estatística

1 Ouros olímpicos 1
6 Títulos principais 3
3 Prêmios de MVP 5
15 Anos de elite 11

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Giba lidera 2 de 4 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Giba em nº 4 e Zhu Ting em nº 5.

O caso de Giba

O carismático capitão da era de ouro da seleção masculina brasileira e um dos ponteiros mais condecorados de todos os tempos. Gilberto Godoy Filho - universalmente conhecido como Giba - liderou o Brasil ao ouro olímpico em Atenas 2004 e à prata em Pequim 2008 e Londres 2012, enquanto era a base dos triunfos mundiais de 2002, 2006 e 2010 e de uma longa sequência de títulos de World League e Copa do Mundo sob o técnico Bernardinho. Ponteiro dinâmico e acrobático, com recepção de saque de elite e talento para o ponto decisivo, foi eleito MVP do Campeonato Mundial de 2006. Por cerca de uma década, o Brasil foi a equipe de referência do esporte, e Giba era seu coração, misturando a criatividade brasileira com uma consistência implacável. Sua combinação de volume de títulos principais, longevidade ao longo de cinco ciclos de Campeonato Mundial e liderança nas melhores equipes dos anos 2000 o torna um dos raríssimos jogadores capazes de rivalizar com o padrão histórico de quadra estabelecido por Kiraly.

O caso de Zhu Ting

A jogadora que definiu o final dos anos 2010 no vôlei feminino e uma das atacantes mais completas que o jogo já viu. Zhu Ting explodiu no cenário mundial ao levar a China ao ouro olímpico no Rio 2016, sendo eleita MVP do torneio, e somou títulos e prêmios de MVP na Copa do Mundo de 2015 e 2019. Dominando no exterior pelo Vakifbank da Turquia, venceu títulos consecutivos da Liga dos Campeões da CEV e foi MVP em 2017 e 2018, além do Mundial de Clubes, provando seu valor contra os elencos de clube mais fortes do planeta. Com mais de 1,95 metro e um braço longo e veloz como chicote, combina potência terminal com a recepção e a defesa de uma ponteira, dando à China uma verdadeira superestrela em todas as seis rotações. Lesões e o declínio da China lhe custaram um segundo título olímpico, mas em seu auge, entre 2015 e 2019, era, por amplo consenso, a melhor jogadora do mundo - um padrão moderno para a posição de ponteira. Na temporada 2024-25 seguia em nível de elite.

Mais confrontos

Ver o ranking completo →