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🤸Nikolai Andrianov vs Svetlana Khorkina

Frente a frente · Ginástica Artística

Nikolai Andrianov
#5

Nikolai Andrianov

União Soviética · 1971–1980

VS
Svetlana Khorkina
#10

Svetlana Khorkina

Rússia · 1994–2004

Estatística por estatística

7 Medalhas de ouro olímpicas 2
15 Medalhas olímpicas 7
12 Medalhas em Campeonatos Mundiais 20
2 Títulos de individual geral (Olimpíadas + Mundial) 3

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Empate total nas categorias medidas. Nosso ranking de todos os tempos coloca Nikolai Andrianov em nº 5 e Svetlana Khorkina em nº 10.

O caso de Nikolai Andrianov

O ginasta masculino mais condecorado da história olímpica, com 15 medalhas em três edições — sete ouros, cinco pratas e três bronzes entre 1972, 1976 e 1980 — total que foi o recorde para qualquer olímpico masculino em qualquer esporte até Michael Phelps. Montreal 1976 foi sua obra-prima: ele venceu o individual geral, o solo, as argolas e o salto, conquistando quatro ouros numa única edição, numa era em que o Japão dominava o título por equipes masculino. Ele acrescentou o título mundial do individual geral em Estrasburgo em 1978 e terminou com 12 medalhas mundiais. Andrianov foi o primeiro grande ginasta completo masculino da era da televisão, tecnicamente completo nos seis aparelhos numa época em que o sistema soviético geralmente produzia especialistas, e combinava a potência de salto de um acrobata com a força de ombros exigida pelas argolas — uma combinação que continua rara. Mais tarde treinou no Japão, onde sua influência alimentou diretamente o renascimento posterior do país.

O caso de Svetlana Khorkina

A ginasta de paralelas assimétricas mais bem-sucedida da história e a última grande estilista da era do 10,0. Khorkina venceu três títulos mundiais do individual geral — 1997, 2001 e 2003 — recorde feminino até Biles, e acumulou 20 medalhas mundiais incluindo nove ouros. Seus dois títulos olímpicos vieram ambos nas paralelas assimétricas, em Atlanta em 1996 e Sydney em 2000, e ela terminou com sete medalhas olímpicas. Com 1,65 metro, era bem mais alta do que o padrão do esporte, o que a prejudicava no salto e na trave, mas dava ao seu trabalho nas paralelas assimétricas uma amplitude que ninguém conseguia copiar; vários elementos do Código de Pontuação carregam seu nome. Sua carreira também capturou as controvérsias da época, desde o cavalo de salto mal calibrado que arruinou a final do individual geral olímpico de 2000 até suas críticas públicas ácidas e contundentes ao julgamento que a privou do único título que mais desejava.

Mais confrontos

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