Críquete em 20
As táticas do críquete giram em torno de uma única pergunta repetida o dia todo: como tirar um wicket sem ceder pontos, ou como marcar pontos sem perder um wicket. O capitão que defende responde com trocas de arremessadores e posicionamentos de campo; os batedores respondem com escolha de tacadas e corridas. Como as condições mudam constantemente, a bola envelhece, o campo se desgasta, a luz muda, o cenário tático nunca é estático, e os melhores capitães são avaliados tanto por seus posicionamentos de campo quanto seus arremessadores por suas entregas. Em 20, Críquete fica com «Restrições de campo e powerplays» e 20. Sem ranking nem reserva. Os posicionamentos de campo carregam a linguagem do jogo. As posições são nomeadas pelo ângulo e pela distância em relação ao batedor: slips e gully atrás do taco para pegar tocadas, point e cover no quadrado e à frente no lado off, mid-off e mid-on em linha reta, mid-wicket e square leg no lado das pernas, com fine leg e third man salvando fronteiras atrás do quadrado. Um capitão ofensivo lota o taco de defensores próximos; um defensivo os empurra para a linha de fundo. Cada posicionamento é uma aposta sobre onde o batedor vai bater.
O campo (pitch) é uma faixa de vinte e duas jardas de argila preparada com um wicket em cada ponta. Um wicket é formado por três estacas verticais encimadas por dois pequenos travessões (bails). Linhas pintadas chamadas creases marcam o terreno do batedor e do arremessador: a popping crease define onde um batedor está seguro e onde o arremessador deve pisar com o pé da frente. O arremessador corre e entrega a bola de um wicket em direção a um batedor que defende o outro. Tudo no jogo é organizado em torno desses dois wickets e da faixa entre eles.
Os pontos são a moeda do críquete. Os batedores marcam ao acertar a bola e correr até a crease oposta antes que os defensores derrubem o wicket; cada percurso completo da faixa vale um ponto, e eles podem correr vários. Uma bola que chega à linha de fundo rolando pelo chão vale quatro; uma que ultrapassa a fronteira no ar vale seis. Os batedores não são obrigados a correr e costumam defender ou deixar passar entregas, esperando uma boa oportunidade de pontuar. Os dois batedores trocam de ponta em números ímpares de pontos, decidindo quem fica de frente para o arremessador.
Um over consiste em seis entregas legais arremessadas de uma ponta por um único bowler, após o que o jogo muda para a outra ponta e um bowler diferente assume. Nenhum arremessador pode lançar dois overs seguidos. No críquete de overs limitados, cada arremessador tem um limite, dez overs num ODI de cinquenta overs, quatro num T20. Os arremessadores variam velocidade, swing, seam e spin para enganar o taco, e são avaliados pelos wickets conquistados e pela economia, a média de pontos cedidos por over.
O vídeo está no telefone. A regra está nas duas primeiras linhas. Em 20, Críquete fica com «Restrições de campo e powerplays» e 20. Sem ranking nem reserva. 2020
Números que ficam
- Ano de referência
- 20
- Número do jogo
- 20
- Desporto
- Críquete
- Linha da regra
- Restrições de campo e powerplays