Badminton em 2018
Nas simples a quadra tem 5,18 metros de largura, usando as linhas laterais internas, mas o fundo (linha longa) externo. Os corredores laterais estreitos ficam fora. A quadra de simples, longa e estreita, recompensa clears profundos e colocação precisa nos quatro cantos, forçando o adversário a cobrir a distância máxima a partir de uma base central. Um saque deve cair além da linha curta de saque e dentro das linhas laterais e de fundo de simples. Em 2018, Badminton fica com «O saque» e 2018. Sem ranking nem reserva. Nas duplas a quadra tem 6,1 metros de largura, usando as linhas laterais externas completas, mas uma quadra de saque mais curta — o saque deve cair dentro da linha longa de saque de duplas, cerca de 0,76 m antes da linha de fundo. Apenas um jogador saca por vez, e não há segundo saque. As duplas costumam alternar entre uma formação ofensiva frente-e-fundo e uma formação defensiva lado a lado, dependendo de quem detém a iniciativa na disputa.
Esporte de medalha desde 1992; cinco eventos O badminton é o esporte de raquete mais rápido do mundo, um jogo de aceleração explosiva e toque quase impossível disputado sobre uma rede de 1,55 metro com uma peteca de penas que pode sair da raquete acima de 400 km/h e morrer na fita um instante depois. Disputado em simples ou duplas numa quadra de 13,4 metros, ele recompensa uma rara combinação de potência bruta, engano leve como pluma e um trabalho de pernas incansável. Como a peteca desacelera de forma tão violenta, nenhum outro esporte oscila tanto entre o smash bruto e o jogo de rede delicado dentro de uma mesma troca. Um ponto pode ser vencido por um míssil a 300 km/h ou por uma peteca que tomba sobre a rede por um único centímetro.
O que fascina as pessoas é o ritmo e o disfarce. As melhores disputas costumam chegar a 20, 30, até 40 toques, cada um deles uma emboscada: um jogador se prepara como se fosse smashar, mas solta uma bolinha de rede; finge um clear, mas manda uma cruzada. Os melhores defensores resgatam bolas de posições que parecem perdidas e as transformam em contra-ataques numa fração de segundo. Fisiologicamente é brutal — partidas de elite exigem centenas de split-steps, avanços e saltos, mudando de direção de seis maneiras a partir de uma única base central. Mas a história visível é de beleza: os ângulos de pulso, o engano de segurar-e-soltar, a geometria de dois ou quatro jogadores esculpindo uma quadra minúscula.
O badminton também é um dos esportes mais praticados e mais desiguais do mundo. Estima-se que 220 milhões de pessoas o pratiquem, das ruelas de Jacarta às academias esportivas chinesas, mas o sucesso de elite se concentra fortemente na Ásia — China, Indonésia, Malásia, Japão e Coreia do Sul —, com a Dinamarca como o único posto avançado europeu e Índia e Tailândia em ascensão. É obsessão nacional na Indonésia e projeto de Estado na China. A era profissional moderna, construída sobre o BWF World Tour e a pontuação por rally até 21 pontos, aguçou o jogo num espetáculo de velocidade e resistência, enquanto os Jogos Olímpicos, desde 1992, seguem sendo o prêmio máximo do esporte e o palco onde suas lendas são coroadas.
O vídeo está no telefone. A regra está nas duas primeiras linhas. Em 2018, Badminton fica com «O saque» e 2018. Sem ranking nem reserva. 20182018
Números que ficam
- Ano de referência
- 2018
- Número do jogo
- 2018
- Desporto
- Badminton
- Linha da regra
- O saque