Esqui Alpino em 1924
O SCX, de talhe profundo, da Elan chega ao mercado, e o carving se espalha pelas competições em cinco anos. As curvas passam de derrapadas a arcos, os ângulos de borda aumentam bruscamente, e a técnica muda mais em uma década do que nos quarenta anos anteriores. Em 1924, Esqui Alpino fica com «Traçado e inspeção do percurso» e 1924. Sem ranking nem reserva. Maier sofre uma queda catastrófica no downhill olímpico, lançado do percurso de Hakuba em alta velocidade, e volta dias depois para vencer super-G e slalom gigante. Conquista quatro títulos gerais e marca então um recorde de 2.000 pontos em 1999-2000.
Garmisch-Partenkirchen 1936, apenas na prova combinada; o programa moderno de quatro modalidades ficou completo em 1988 O esqui alpino é o esporte de descer um percurso de montanha demarcado contra o cronômetro, um competidor por vez, passando por uma sequência de portas que precisam ser todas cumpridas. Não há adversário para bloquear, nenhuma bola em disputa e nenhum jeito de se esconder: a montanha impõe o problema, o traçador de percurso o complica, e o cronômetro dá o veredito em centésimos de segundo. Essa simplicidade brutal fez dele o esporte-âncora dos Jogos Olímpicos de Inverno e a obsessão de inverno definitiva dos Alpes, onde um downhill de janeiro em Kitzbuhel pode atrair mais audiência na televisão austríaca do que qualquer partida de futebol disputada naquele ano.
O esporte é, na verdade, quatro esportes com um único nome. O slalom exige de 55 a 75 mudanças de direção em menos de um minuto, sobre esquis de 165 centímetros. O slalom gigante estica o ritmo e dobra a velocidade. O super-G elimina completamente os treinos oficiais, forçando os competidores a atacar um percurso que só inspecionaram a pé. O downhill entrega 800 a 1.100 metros de desnível, saltos que carregam 60 metros de voo, e velocidades acima de 140 km/h. Um competidor que vence nas quatro modalidades em uma mesma temporada está fazendo algo mais próximo de vencer os 100 metros rasos e a maratona do que de vencer duas provas.
Sua geografia é estreita e sua intensidade é total. Áustria, Suíça, Itália, França e Noruega fornecem a maioria dos pódios, e o circuito da Copa do Mundo percorre os mesmos vales todo inverno, com o Lauberhorn em Wengen e o Streif em Kitzbuhel funcionando como o Wimbledon e o Mônaco do esporte, combinados. O preço da entrada é alto: dados de lesões da FIS sugerem que um competidor de ponta corre risco de lesão grave aproximadamente uma vez a cada três temporadas, e quase toda grande carreira da lista histórica contém pelo menos um joelho reconstruído. Os competidores aceitam isso porque nada mais no esporte se parece com uma descida limpa pelo Streif.
O vídeo está no telefone. A regra está nas duas primeiras linhas. Em 1924, Esqui Alpino fica com «Traçado e inspeção do percurso» e 1924. Sem ranking nem reserva. 19241924
Números que ficam
- Ano de referência
- 1924
- Número do jogo
- 1924
- Desporto
- Esqui Alpino
- Linha da regra
- Traçado e inspeção do percurso