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🎯Raymond van Barneveld vs Peter Wright

Frente a frente · Dardos

Raymond van Barneveld
#4

Raymond van Barneveld

Holanda · 1984–2023

VS
#10

Peter Wright

Escócia · 1995–presente

Estatística por estatística

5 Títulos mundiais 2
1 Títulos mundiais pela PDC 2
6 Finais do Campeonato Mundial 3
10+ Títulos de majors televisionados 8+

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Raymond van Barneveld lidera 3 de 4 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Raymond van Barneveld em nº 4 e Peter Wright em nº 10.

O caso de Raymond van Barneveld

O homem que transformou o dardos em esporte mainstream em um país que mal o jogava. Ex-carteiro de Haia, Van Barneveld venceu quatro títulos mundiais pela BDO em 1998, 1999, 2003 e 2005, migrou para a PDC em 2006 e venceu a final mundial de 2007 contra Phil Taylor por 7-6 em leg de morte súbita no Circus Tavern — partida ainda hoje rotineiramente eleita a melhor já disputada, na qual ele se recuperou de 3-0 em sets. Cinco títulos mundiais em seis finais o colocam empatado com Bristow e atrás apenas de Taylor entre os homens. Somou o Grand Slam of Darts de 2012 e a Premier League de 2014 entre mais de dez majors televisionados. Seu verdadeiro legado é nacional: as audiências da televisão holandesa para suas partidas chegaram a milhões, a participação explodiu, e o caminho que ele abriu produziu Michael van Gerwen, Jelle Klaasen, Danny Noppert e uma geração para quem ser jogador profissional de dardos se tornou uma ambição plausível.

O caso de Peter Wright

O campeão visualmente mais extravagante do esporte e o exemplo mais notável de transformação tardia de carreira. Snakebite passou duas décadas como jogador de segundo escalão, chegou a se afastar completamente do circuito para trabalhar fora do jogo, e voltou aos quarenta e poucos anos com moicano tingido, cobra pintada e um guarda-roupa desenhado por sua esposa. Perdeu a final mundial de 2014 para Michael van Gerwen, depois venceu o título em 2020, aos 49 anos, batendo van Gerwen por 7-3, e novamente em 2022 contra Michael Smith. Três finais mundiais, dois títulos, além do World Matchplay de 2019 e do UK Open de 2017 entre mais de oito majors televisionados, e um período como número um do mundo. É também o técnico mais inquieto do esporte, trocando dardos, hastes e empenagens no meio da partida e carregando dezenas de configurações para cada evento — o oposto da sabedoria convencional de que um profissional deveria encontrar um só dardo e nunca trocá-lo.

Mais confrontos

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