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🎯Phil Taylor vs John Part

Frente a frente · Dardos

#1

Phil Taylor

Inglaterra · 1988–2018

VS
John Part
#8

John Part

Canadá · 1994–2018

Estatística por estatística

16 Títulos mundiais 3
14 Títulos mundiais pela PDC 2
21 Finais do Campeonato Mundial 4
80+ Títulos de majors televisionados 5+

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Phil Taylor lidera 4 de 4 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Phil Taylor em nº 1 e John Part em nº 8.

O caso de Phil Taylor

O atleta mais dominante que qualquer esporte profissional já produziu. Taylor venceu 16 campeonatos mundiais — dois pela BDO, em 1990 e 1992, depois quatorze pela PDC, incluindo oito consecutivos entre 1995 e 2002 — em 21 finais mundiais, e somou 16 títulos do World Matchplay e seis Premier Leagues entre mais de 80 majors televisionados e mais de 200 títulos profissionais no total. Ele fez 11 nine-darters televisionados, incluindo dois na mesma partida na final da Premier League de 2010 contra James Wade, uma façanha que ninguém chegou perto de repetir. Apoiado quando jovem aprendiz por Eric Bristow, venceu seu mentor por 6-1 na final mundial de 1990 e depois reconstruiu o padrão do esporte em torno de si mesmo, arrastando as médias televisionadas dos anos 90 para a casa dos 100. Ainda chegava a finais mundiais aos 57 anos, perdendo para Rob Cross em 2018 em sua última partida antes da aposentadoria. Em toda estatística que o esporte registra, ele detém ou já deteve o recorde.

O caso de John Part

O primeiro jogador de fora do Reino Unido a vencer um campeonato mundial, e o único homem a vencer títulos mundiais em ambas as entidades e derrotar Phil Taylor em uma final para conseguir isso. Darth Maple venceu o título da BDO em 1994 como um canadense desconhecido, depois migrou para a PDC e venceu o campeonato mundial de 2003 batendo Taylor por 7-6 em um set decisivo — encerrando um reinado de oito anos e produzindo uma das maiores zebras do esporte — antes de somar um terceiro título em 2008. Quatro finais mundiais ao todo, vindo de um país sem nenhuma infraestrutura de dardos e com deslocamentos transatlânticos para cada torneio. Ele continua sendo a referência para jogadores de fora da Europa e a prova de que o talento do esporte nunca esteve geograficamente fixado. Sua carreira posterior como comentarista o tornou a voz analítica mais respeitada do jogo, e sua desconstrução articulada de rotas de checkout ensinou a uma geração de espectadores como os profissionais realmente pensam.

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