Skip to content

🎯John Part vs Peter Wright

Frente a frente · Dardos

John Part
#8

John Part

Canadá · 1994–2018

VS
#10

Peter Wright

Escócia · 1995–presente

Estatística por estatística

3 Títulos mundiais 2
2 Títulos mundiais pela PDC 2
4 Finais do Campeonato Mundial 3
5+ Títulos de majors televisionados 8+

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

John Part lidera 2 de 4 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca John Part em nº 8 e Peter Wright em nº 10.

O caso de John Part

O primeiro jogador de fora do Reino Unido a vencer um campeonato mundial, e o único homem a vencer títulos mundiais em ambas as entidades e derrotar Phil Taylor em uma final para conseguir isso. Darth Maple venceu o título da BDO em 1994 como um canadense desconhecido, depois migrou para a PDC e venceu o campeonato mundial de 2003 batendo Taylor por 7-6 em um set decisivo — encerrando um reinado de oito anos e produzindo uma das maiores zebras do esporte — antes de somar um terceiro título em 2008. Quatro finais mundiais ao todo, vindo de um país sem nenhuma infraestrutura de dardos e com deslocamentos transatlânticos para cada torneio. Ele continua sendo a referência para jogadores de fora da Europa e a prova de que o talento do esporte nunca esteve geograficamente fixado. Sua carreira posterior como comentarista o tornou a voz analítica mais respeitada do jogo, e sua desconstrução articulada de rotas de checkout ensinou a uma geração de espectadores como os profissionais realmente pensam.

O caso de Peter Wright

O campeão visualmente mais extravagante do esporte e o exemplo mais notável de transformação tardia de carreira. Snakebite passou duas décadas como jogador de segundo escalão, chegou a se afastar completamente do circuito para trabalhar fora do jogo, e voltou aos quarenta e poucos anos com moicano tingido, cobra pintada e um guarda-roupa desenhado por sua esposa. Perdeu a final mundial de 2014 para Michael van Gerwen, depois venceu o título em 2020, aos 49 anos, batendo van Gerwen por 7-3, e novamente em 2022 contra Michael Smith. Três finais mundiais, dois títulos, além do World Matchplay de 2019 e do UK Open de 2017 entre mais de oito majors televisionados, e um período como número um do mundo. É também o técnico mais inquieto do esporte, trocando dardos, hastes e empenagens no meio da partida e carregando dezenas de configurações para cada evento — o oposto da sabedoria convencional de que um profissional deveria encontrar um só dardo e nunca trocá-lo.

Mais confrontos

Ver o ranking completo →