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🎯John Lowe vs Gary Anderson

Frente a frente · Dardos

#5

John Lowe

Inglaterra · 1972–2007

VS
#6

Gary Anderson

Escócia · 1994–presente

Estatística por estatística

3 Títulos mundiais 2
7 Finais do Campeonato Mundial 6
10+ Títulos de majors televisionados 10+

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

John Lowe lidera 2 de 3 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca John Lowe em nº 5 e Gary Anderson em nº 6.

O caso de John Lowe

O único jogador a vencer títulos mundiais em três décadas diferentes — 1979, 1987 e 1993 — em sete finais mundiais, ao longo de uma carreira que fez a ponte entre a era dos pubs e a era profissional. Old Stoneface era o antípoda técnico de Bristow: tranquilo, inexpressivo, ortodoxo na postura e na pegada, e admirado por treinadores como o modelo de arremesso. Somou dois Winmau World Masters e um título do News of the World entre mais de dez majors televisionados, e em 13 de outubro de 1984 lançou o primeiro nine-darter já visto na televisão, no MFI World Matchplay contra Keith Deller, fechando com 180, 180 e triplo 17, triplo 18, duplo 18, por um prêmio de £102.000 — uma quantia enorme para qualquer esportista britânico da época. Foi um dos dezesseis jogadores que romperam em 1992 para fundar o que se tornaria a PDC, e permaneceu competitivo na televisão até seus cinquenta anos.

O caso de Gary Anderson

O arremessador mais puro de sua geração e o homem que encerrou a última candidatura realista de Phil Taylor a um título. Anderson venceu dois campeonatos mundiais consecutivos pela PDC, em 2015, batendo Taylor por 7-6 em uma final decidida na última leg, e em 2016, batendo Adrian Lewis por 7-5. Chegou a seis finais mundiais ao todo, incluindo duas finais da BDO, em 2010 e 2011, antes de trocar de entidade, e perdeu as finais de 2017 e 2021 para Michael van Gerwen e Gerwyn Price, respectivamente. Também venceu a Premier League de 2011 entre mais de dez majors televisionados. Seu arremesso é famoso por sua leveza — uma soltura curta e rápida que outros profissionais abertamente invejam — e em seu melhor momento é capaz de sequências de pontuação com as quais ninguém consegue conviver, incluindo uma sequência de 180s nos campeonatos de 2015 e 2016 que refez os recordes do torneio. Problemas crônicos nas costas e um desagrado nada disfarçado pelo circuito de viagens limitaram sua produção, não sua habilidade.

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