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🎯Gary Anderson vs Peter Wright

Frente a frente · Dardos

#6

Gary Anderson

Escócia · 1994–presente

VS
#10

Peter Wright

Escócia · 1995–presente

Estatística por estatística

2 Títulos mundiais 2
2 Títulos mundiais pela PDC 2
6 Finais do Campeonato Mundial 3
10+ Títulos de majors televisionados 8+

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Gary Anderson lidera 2 de 4 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Gary Anderson em nº 6 e Peter Wright em nº 10.

O caso de Gary Anderson

O arremessador mais puro de sua geração e o homem que encerrou a última candidatura realista de Phil Taylor a um título. Anderson venceu dois campeonatos mundiais consecutivos pela PDC, em 2015, batendo Taylor por 7-6 em uma final decidida na última leg, e em 2016, batendo Adrian Lewis por 7-5. Chegou a seis finais mundiais ao todo, incluindo duas finais da BDO, em 2010 e 2011, antes de trocar de entidade, e perdeu as finais de 2017 e 2021 para Michael van Gerwen e Gerwyn Price, respectivamente. Também venceu a Premier League de 2011 entre mais de dez majors televisionados. Seu arremesso é famoso por sua leveza — uma soltura curta e rápida que outros profissionais abertamente invejam — e em seu melhor momento é capaz de sequências de pontuação com as quais ninguém consegue conviver, incluindo uma sequência de 180s nos campeonatos de 2015 e 2016 que refez os recordes do torneio. Problemas crônicos nas costas e um desagrado nada disfarçado pelo circuito de viagens limitaram sua produção, não sua habilidade.

O caso de Peter Wright

O campeão visualmente mais extravagante do esporte e o exemplo mais notável de transformação tardia de carreira. Snakebite passou duas décadas como jogador de segundo escalão, chegou a se afastar completamente do circuito para trabalhar fora do jogo, e voltou aos quarenta e poucos anos com moicano tingido, cobra pintada e um guarda-roupa desenhado por sua esposa. Perdeu a final mundial de 2014 para Michael van Gerwen, depois venceu o título em 2020, aos 49 anos, batendo van Gerwen por 7-3, e novamente em 2022 contra Michael Smith. Três finais mundiais, dois títulos, além do World Matchplay de 2019 e do UK Open de 2017 entre mais de oito majors televisionados, e um período como número um do mundo. É também o técnico mais inquieto do esporte, trocando dardos, hastes e empenagens no meio da partida e carregando dezenas de configurações para cada evento — o oposto da sabedoria convencional de que um profissional deveria encontrar um só dardo e nunca trocá-lo.

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