Alina Patz
Ernie Richardson
Estatística por estatística
As barras são proporcionais ao líder desta lista.
O veredicto
Alina Patz lidera 3 de 3 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Alina Patz em nº 5 e Ernie Richardson em nº 8.
O caso de Alina Patz
Seis campeonatos mundiais femininos, mais do que qualquer outra skip canadense ou europeia, e conquistados com quatro equipes diferentes, o detalhe que a separa de qualquer outra multicampeã. Patz foi reserva na equipe suíça vencedora de Mirjam Ott, em 2012, liderou sua própria equipe ao ouro em 2015, aos 25 anos, e depois lançou as últimas pedras da equipe de Silvana Tirinzoni em quatro títulos consecutivos, de 2019 a 2023, somando pratas em 2024 e 2025. Também venceu o mundial de duplas mistas em 2011. Sua precisão nos hits é a marca técnica, mas o tetracampeonato foi construído sobre draws em casas congestionadas sob a regra das cinco pedras. Três participações olímpicas trouxeram dois quartos lugares antes de finalmente subir ao pódio com a prata em Milão Cortina 2026, e depois disso retorna a liderar sua própria equipe.
O caso de Ernie Richardson
A primeira dinastia internacional e a equipe que definiu o modelo técnico para todos que vieram depois. Richardson liderou uma equipe formada pelo irmão Garnet e pelos primos Arnold e Wes, de Regina, a quatro Briers e quatro títulos mundiais Scotch Cup, em 1959, 1960, 1962 e 1963, período em que o campeonato internacional era, na prática, uma exportação canadense. A vitória no Brier de 1959 fez deles a equipe mais jovem a conquistar o título até então. O que os tornou historicamente importantes foi o método, e não os resultados: a entrega deslizada, a disposição de jogar takeouts como recurso rotineiro, e não como último recurso, e um nível de consistência treinada que as equipes europeias ainda não tinham. Richardson escreveu vários livros de instrução que levaram esse método para o exterior, e foi nomeado membro da Ordem do Canadá em 1978.