Alina Patz
Elisabet Gustafson
Estatística por estatística
As barras são proporcionais ao líder desta lista.
O veredicto
Alina Patz lidera 3 de 5 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Alina Patz em nº 5 e Elisabet Gustafson em nº 10.
O caso de Alina Patz
Seis campeonatos mundiais femininos, mais do que qualquer outra skip canadense ou europeia, e conquistados com quatro equipes diferentes, o detalhe que a separa de qualquer outra multicampeã. Patz foi reserva na equipe suíça vencedora de Mirjam Ott, em 2012, liderou sua própria equipe ao ouro em 2015, aos 25 anos, e depois lançou as últimas pedras da equipe de Silvana Tirinzoni em quatro títulos consecutivos, de 2019 a 2023, somando pratas em 2024 e 2025. Também venceu o mundial de duplas mistas em 2011. Sua precisão nos hits é a marca técnica, mas o tetracampeonato foi construído sobre draws em casas congestionadas sob a regra das cinco pedras. Três participações olímpicas trouxeram dois quartos lugares antes de finalmente subir ao pódio com a prata em Milão Cortina 2026, e depois disso retorna a liderar sua própria equipe.
O caso de Elisabet Gustafson
Por duas décadas, o padrão-ouro de uma carreira feminina, com quatro campeonatos mundiais em 1992, 1995, 1998 e 1999, uma marca só superada pelas equipes suíças dos anos 2020. Gustafson somou dois bronzes mundiais e quatro títulos europeus, e liderou a Suécia ao bronze em Nagano 1998, o primeiro torneio olímpico de curling com status pleno de medalhas, terminando em sexto em Salt Lake City, em 2002. Suas equipes eram construídas sobre um estilo europeu de jogo agressivo de draws, que contrariava a ortodoxia canadense da época, baseada em takeouts, e provaram que uma nação com poucos milhares de curlistas podia bater uma com centenas de milhares. Fez tudo isso enquanto treinava e trabalhava como cirurgiã, e foi introduzida no Hall da Fama da World Curling Federation em 2012.