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⛷️Marco Odermatt vs Alberto Tomba

Frente a frente · Esqui Alpino

Marco Odermatt
#7

Marco Odermatt

Suíça · 2018-presente

VS
Alberto Tomba
#8

Alberto Tomba

Itália · 1985-1998

Estatística por estatística

40+ Vitórias na Copa do Mundo 50
4 Títulos gerais da Copa do Mundo 1
3 Ouros no Campeonato Mundial 2
1 Ouros olímpicos 3
1 Medalhas olímpicas 5

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Alberto Tomba lidera 3 de 5 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Marco Odermatt em nº 7 e Alberto Tomba em nº 8.

O caso de Marco Odermatt

O melhor competidor masculino polivalente desde Maier, e o homem que quebrou seu recorde de pontos. Odermatt venceu quatro Globos de Cristal gerais consecutivos, de 2022 a 2025, e em 2022-23 somou 2.042 pontos, superando os 2.000 que Maier estabeleceu em 1999-2000, enquanto vencia globos em slalom gigante, super-G e downhill nas mesmas temporadas — a conquista mais rara nas competições modernas, já que as modalidades técnicas e de velocidade hoje exigem programas de treino quase separados. Venceu o ouro olímpico de slalom gigante em Pequim, em 2022, e títulos mundiais de downhill e slalom gigante em Courchevel-Meribel, em 2023, somando mais um título mundial de slalom gigante em Saalbach, em 2025. Ao fim da temporada 2024-25, já havia passado das 40 vitórias na Copa do Mundo ainda na casa dos vinte anos, e carrega nos resultados o programa de velocidade suíço, o mais forte do esporte.

O caso de Alberto Tomba

Tomba la Bomba pegou um esporte seguido pelos vilarejos alpinos e o transformou num evento nacional na Itália. Venceu 50 provas da Copa do Mundo — 35 slaloms e 15 slaloms gigantes — e três ouros olímpicos, vencendo as duas provas técnicas em Calgary, em 1988, e defendendo o slalom gigante em Albertville, em 1992, o que o tornou o primeiro esquiador alpino a vencer a mesma prova em duas Olimpíadas. Ganhou medalha em três Olimpíadas seguidas. Seu Globo de Cristal geral veio tarde, em 1995, e ele encerrou com um duplo slalom e slalom gigante no mundial de 1996, em Sierra Nevada. Os números o subestimam: Tomba competia com uma linha física e agressiva, construída sobre uma força de pernas incomum, e transformava segundas descidas em teatro, vindo rotineiramente de quatro ou cinco posições atrás. As audiências de televisão italianas para seus slaloms atingiram níveis que o esporte nunca mais viu.

Mais confrontos

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